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Trabalhadores e movimentos sociais do Rio fazem ato contra agressão a Lula

Centenas de trabalhadores e militantes dos movimentos sociais se reuniram em plenária no Sindicato dos Bancários e seguiram em passeata pela Presidente Vargas em direção à Central do Braisl, na última sexta-feira (4), em repúdio às arbitrariedades cometidas contra o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.

Na manhã daquele dia, Lula estava em casa, na cidade de São Bernardo do Campo, na região do Grande ABC, em São Paulo, quando foi levado em condução coercitiva por agentes da Polícia Federal (PF) para prestar depoimento na sede da corporação, no Aeroporto de Congonhas, na capital paulista.

Após o depoimento dado à Polícia Federal, que durou mais de três horas, no Aeroporto de Congonhas, o ex-presidente Lula falou para parlamentares, dirigentes e militantes políticos que compareceram à sede do diretório nacional do Partido dos Trabalhadores. “Não era necessário esse show!”, disse. Mas “eles acenderam em mim a chama de que a luta continua. Eu não lutei tanto contra o regime militar para deixar um regime ditatorial de imprensa acabar com a democracia nesse país”, afirmou Lula.

O que era para ser mais um ato midiático para inflar as ações golpistas acabou por inflar as bases sociais progressitas na defesa da democracia. Se o desejo das forças oposicionistas e reacionárias era o de manchar a imagem do ex-presidente, eles acabaram por acender a chama da luta da classe trabalhadora que não irá permitir que, mais uma vez, os setores reacionários usem do golpismo para sua ascensão ao poder. Ao invés da imagem da mobilização desproporcional feita pelos agentes para levar o Presidente Lula para depor, a imagem que ficará é a da classe trabalhadora e dos movimentos progressistas se articulando pro todo país para dizer não ao golpe e sim à democracia.

Da CTB-RJ

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