Sem categoria

Com o slogan ‘Só a luta te garante’, Seeb-SE lança campanha salarial nesta sexta (12)

O Sindicato dos Bancários de Sergipe (Seeb-SE) se prepara para lançar em Aracaju a Campanha Nacional dos Bancários 2016/2017. O slogan “Só a luta te garante” e a imagem de uma rosa serão os elementos principais das artes da mídia nacional da categoria. O material foi apresentado na manhã da segunda, 1º, aos diretores do Seeb-SE, pela presidenta da entidade, Ivânia Pereira.

Ivânia Pereira está animada com a mídia deste ano Segundo ela, a comunicação visual da nova campanha salarial é envolvente e “fruto de debates sobre a conjuntura nacional política e econômica e sobre as diversas formas de mobilizar a categoria e buscar o apoio da população”. Para organizar o lançamento em Sergipe, os dirigentes do Sindicato farão planejamento estratégico da campanha local.

Conferência Nacional

Além da mídia da campanha Nacional 2016/2017, os representantes dos bancários e bancárias de todo o país aprovaram a pauta de reivindicações na 18ª Conferência Nacional dos Bancários. O evento aconteceu em São Paulo, no último final de semana e contou com a participação de 633 delegados. O Seeb-SE enviou seis delegados e dois observadores: Ivânia Pereira (Banese); Idamar Gomes (BNB); Armandina Santos (HSBC/Bradesco); Josivaldo Cunha (Santander); Joline Oliveira (Caixa); Luiz Alberto (BB). Os dois convidados foram Maria do Carmo Viana (Banese) e Sélio José Santos (Bradesco).

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Reajuste de 14,78%

A pauta de reivindicações será entregue a Federação dos Bancos (Fenaban), no dia 9 de agosto. Os eixos centrais da Campanha são: reajuste de 14,78%, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, defesa do emprego, combate às metas abusivas e ao assédio moral, fim da terceirização, defesa das empresas públicas e contra a perda de direitos.

Relembrando as últimas campanhas, a sindicalista afirma que em 2015, a mobilização dos bancários e bancárias garantiu uma greve histórica. “Este ano, a categoria precisará ampliar a pressão para enfrentarmos a onda de retrocessos imposta pelo governo federal provisório e garantirmos a vitória na quebra de braço com os patrões”, afirma Ivânia Pereira.

Déa Jacobina – Seeb-SE

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