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Plenária dos Condutores aprova ESTADO DE GREVE e avisa: dia 19 de dezembro São Paulo vai parar

“Nosso compromisso é com a luta em defesa dos direitos e nossa categoria, por sua origem e história, irá construir a luta contra a Reforma da Previdência”, afirmou Waldevan Noventa, presidente do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário e Urbano de São Paulo, durante plenária na sede do sindicato nesta segunda-feira (11).

Presente na plenária, o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, compartilhou da opinião de que somente com a unidade conseguiremos alcançar êxito na luta contra a (De)Reforma da Previdência. “O momento agora é esquentar o ESTADO DE GREVE aprovado no Fórum da Centrais”, disse.

Na oportunidade, Adilson acrescentou que o “movimento do Palácio do Planalto no interior do Congresso Nacional é do tudo ou nada. Eles estão determinados em colocar para votar, mas nós estamos muito mais determinados em lutar”. E emendou: “Se colocar para votar, o Brasil vai parar”.

Ao final da plenária, Noventa indicou como encaminhamento ESTADO DE GREVE PERMANENTE. E se o governo teimar em colocar para votar, na próxima segunda-feira (18), a partir da 23h, São Paulo vai parar contra essa reforma que acaba com o futuro do nosso povo.

E as demais categorias presentes na plenária acompanharam a decisão e indicaram a realização de assembleia em suas bases para a construção da GREVE NACIONAL.

Rodoviários contra a Reforma da Previdência

“Temos que seguir o que complô dos nossos irmãos latino americanos que pararam em defesa dos direitos. O compromisso dos Rodoviários é pela aposentadoria do nosso povo e estamos preparados para mostrar isso para o Michê Temer”, Francisco Mendes da Silva, o Chicão, presidente do Sintetra (Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Grande ABC).

E completou: “Temer está fazendo nosso povo sangrar, vamos para a luta e mostrar para ele que juntos somos mais fortes”.

Metroviários estão na luta

Durante a sua Wagner Fajardo, coordenador do Sindicato dos Metroviários, destacou a centralidade da luta neste momento. “Os metroviários entendem a complexidade da luta nesse etapa, que nos cobra unidade e resistência do conjunto da classe trabalhadora. Porque quando lutamos juntos somos mais fortes”, reafirmou.

E completou: “Já temos assembleia para decidir os rumos da luta na próxima quinta-feira (14). Essa luta é nossa e podem contar com os Metroviários para construir aflita contra a Reforma da Previdência”.

Texto e fotos de Joanne Mota para o Portal CTB

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