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Fundações Maurício Grabois e João Mangabeira defendem frente ampla para vencer a crise

O evento continua nesta sexta (30/11) e está sendo transmitido, ao vivo, pelo Portal CTB.

Dirigentes de 20 estados marcaram presença no primeiro dia de debate do 3º Seminário Jurídico da CTB que começou na tarde desta quinta (29), na sede da CTB Nacional em São Paulo.

Neste primeiro dia, o debate contou com a participação, na primeira mesa, dos presidentes das fundações Maurício Grabois e João Mangabeira, Renato Rabelo e Alexandre Navarro, respectivamente; e, na segunda mesa, João Hilário Valentim – Procurador do Trabalho e Coordenador Nacional da Conalis; Magnus Farkatt, assessor Jurídico da CTB; e Mário Teixeira, secretário de Assuntos Jurídico da CTB.

As mesas desta quinta levantaram a discussão sobre a centralidade do trabalho e os impactos da decisão do STF sobre a contribuição sindical. 

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Centralidade do Trabalho

Durante sua fala, Alexandre Navarro, presidente da Fundação João Mangabeira, situou a gravidade da crise no Brasil e no mundo e falou sobre a necessidade de voltar a base para reconstruir a luta.

 Navarro se soma a defesa da efetivação de uma frente ampla, inclusive dialogando com forças de partidos como o PSDB. “Está em jogo o futuro, nossa liberdade e a democracia. Devemos unir todos que defendam essas bandeiras, que sejam contra a segregação humana que hoje testemunhamos”.

Ao classificar a gravidade da atual conjuntura, Renato Rabelo, presidente da Fundação Maurício Grabois, colocou na mesa o impacto da tecnologia e destacou que mesmo com esse processo produtivo de avanço tecnológico, está no centro o ataque e a desvalorização da centralidade do Trabalho.

E completou: “É urgente a efetivação de uma frente ampla em sua essência contra esse que é o mal maior para o país e a classe trabalhadora. Atravessamos o que está sendo chamado de perda sistêmica, com a marginalização de grandes massas de trabalhadores e trabalhadoras e, saibam, essa tal Revolução 4.0 não está em prol do povo”.

Rabelo ainda indicou aos dirigentes que a saída deve ser construída em conjunto com a classe trabalhadora e, esta, precisa e deve ter como norte realizar uma resistência ampla no enfrentamento da atual quadra. 

Assista debate completo da primeira mesa:

Portal CTB

 

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