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1º Encontro de Comunicação da CTB debate mídia sindical

Teve início nesta quinta-feira (7) o 1º Encontro Nacional de Comunicação da CTB, em São Paulo. A reunião prossegue até esta sexta (8), com a presença de jornalistas, assessores de e secretários de comunicação de CTB e entidades filiadas, provenientes da Bahia, Minas Gerais, Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro,

Rio Grande do Sul e São Paulo (capital e interior). O encontro foi organizado com o intuito de definir o projeto e aprimorar a comunicação da entidade, assim como formar uma rede nacional de colaboradores, de forma a elevar a qualidade e potencializar a comunicação da CTB, em particular o portal eletrônico. As concepções sobre a mídia também foram objeto de debate. A comunicação sindical deve procurar retratar a realidade das categorias nos estados, bem como as lutas e reivindicações específicas de cada sindicato com um ponto de vista classista, de acordo com os jornalistas presentes.

A importância de unir as forças

A mesa de abertura, coordenada pelo secretário de Imprensa e Comunicação, Rogério Nunes, contou com a presença de Nivaldo Santana, vice presidente da entidade e do secretário geral, Pascoal Carneiro, secretário geral. Para Rogério Nunes, esse encontro servirá para criar uma rede efetiva de colaboradores para que o portal reflita a opinião das diversas realidades estaduais. “Sabemos que temos uma equipe modesta e estamos engatinhando. Mas queremos fortalecer esse elo tão importante da central com os trabalhadores, que é a comunicação”. Rogério ainda falou da crescente audiência do Portal e fez um balanço dos materiais publicados.

Nivaldo Santana lembrou a importância da comunicação da CTB e enfatizou que o crescimento da central configura uma grande vitória do sindicalismo classista. Destacou também a composição plural da CTB, que reflete a presença e o convívio democrático de diferentes tendências que atuam no movimento sindical brasileiro.

Ao lado da classe trabalhadora

“A CTB surgiu sem a superestrutura, sem a fusão de outras centrais e hoje já é a quarta em número de sindicatos filiados, está apenas a um ponto percentual da terceira. E tudo isso, em pouco mais de um ano”, afirmou Pascoal Carneiro. “Mas, percebemos que ainda falta muito. Falta melhorar as condições e ferramentas par a levar nossas idéias aos Estados. Para Pascoal, falta também aprimorar a troca de informações entre sindicato e central.

O jornalista Umberto Martins, editor do Portal CTB, salientou que o desafio é promover uma comunicação diferente da praticada pela mídia hegemônica, um jornalismo classista, comprometido com os interesses, o pensamento e as bandeiras da classe trabalhadora. “Não se trata de uma mídia neutra e imparcial, que na realidade não existe. Temos a obrigação de fazer uma mídia crítica e comprometida com os interesses da maioria da população”.

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