Nas mãos da Caixa, FGTS beneficia sociedade

Sob a gestão exclusiva da Caixa, a população brasileira é beneficiada pelo FGTS.  Os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço contribuem para o desenvolvimento nas áreas de habitação popular, saneamento básico, infraestrutura e mobilidade urbana no país.


Por ser agente operador do Fundo, o banco recebe remuneração referente à taxa de administração fixada em 1% ao ano, calculada sobre o ativo total, que é cerca de R$ 5 bilhões. Com a taxa são pagos serviços de gestão das contas vinculadas, da carteira de operações de crédito e dos recursos disponíveis do FGTS, além da remuneração pela movimentação de saques e depósitos nas contas vinculadas. Isto tudo sem prejuízo algum ao trabalhador.


Antes de ser gerida exclusivamente pela Caixa, o Fundo era operado por mais de 70 bancos, o que acarretava em uma gestão incorreta. Resultado: desvios de finalidades, contas fantasmas e falta de controle e transparência sobre o uso dos recursos. 


O FGTS é formado pelo valor depositado mensalmente pelos empregadores para casos de demissão, doenças graves ou até para aquisição da casa própria. Ou seja, uma poupança para o trabalhador. Fica claro entender o real interesse dos privados.


Para mostrar a eficiência do banco, o saldo da carteira de crédito habitacional da Caixa cresceu 3,6% entre junho de 2018 a junho de 2019, totalizando R$ 452,3 bilhões deste ano. Deste total, R$ 276,2 bilhões foram concedidos com recursos do FGTS. A instituição financeira é responsável por 800 milhões de contas vinculadas com um saldo de aproximadamente R$ 413,8 milhões.


Através do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, R$ 55,1 bilhões foram destinados à habitação, R$ 496,1 milhões para obras de infraestrutura e R$ 2,7 bilhões para obras de saneamento em 2018. Somente no ano passado, a Caixa pagou R$ 107,5 bilhões aos trabalhadores por meio do FGTS.

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