Indicação de Augusto Aras para a PGR foi mais uma derrota de Moro e da Lava Jato

A indicação de Augusto Aras para a Procuradoria Geral da República (PGR), feita por Jair Bolsonaro, desagradou muitos procuradores mas foi recebida com alívio no Supremo Tribunal Federal (STF), conforme notou a jornalista Mônica Bergamo, em sua coluna no jornal “Folha de São Paulo”.

“A escolha dele é vista também como uma derrota dos integrantes da Operação Lava Jato e daquele que foi a sua maior figura: o ministro da Justiça, Sergio Moro”, complementa a jornalista.

Leia mais abaixo:

A indicação de Augusto Aras para a PGR (Procuradoria-Geral da República) foi recebida até mesmo com alívio no STF (Supremo Tribunal Federal) e no Congresso. Outros nomes que circulavam como possíveis escolhidos eram considerados um desastre.

Mais uma

A escolha dele é vista também como uma derrota dos integrantes da Operação Lava Jato e daquele que foi a sua maior figura: o ministro da Justiça, Sergio Moro.

Moro quem?

Além de não emplacar nomes de sua preferência, ele nem sequer foi consultado por Bolsonaro no processo de escolha.

Os culpados

Aras defendeu, em seu périplo entre magistrados e políticos, ideias que soam como música: atacou a espetacularização e a personalização promovidas pelo Ministério Público Federal e disse que elas levaram à debacle da economia brasileira.

Os inocentes

A atuação do MPF, argumenta, foi muitas vezes um atentado à honra de pessoas que depois se provaram inocentes.

Os inocentes 2

Nas conversas nos tribunais e no Congresso, e também em público, ele atacou o que define como criminalização da política promovida por procuradores. Onde há mais de duas pessoas, diz, a solução será sempre política.

Compartilhar: