Economia dos países ricos apresenta péssimos indicadores

Da Grã-Bretanha ao Japão, as economias mais ricas do mundo deram mais provas de que suas fortunas estão acabando velozmente e, em alguns casos, de forma furiosa.

A confiança dos consumidores britânicos caiu neste mês para o menor nível desde os dias sombrios de 1974, de acordo com uma pesquisa, e a inflação nos 15 países da zona do euro atingiu o maior nível já registrado, segundo dados preliminares.

No Japão, a atividade manufatureira recuou pelo 5º mês seguido, de acordo com outra pesquisa que se junta à crença cada vez maior de que o maior período de expansão desde a Segunda Guerra Mundial está tendo um final abrupto lá. Nos Estados Unidos, o crescimento se recuperou um pouco menos do que o esperado no segundo trimestre, quando o pacote de estímulo econômico do governo começou a chegar aos consumidores na forma de restituição de impostos.

A inflação voltou a acelerar em julho na Eurozona, estabelecendo um novo recorde de 4,1% interanual, depois de registrar 4% em junho, segundo uma primeira estimativa divulgada pela agência européia de estatísticas Eurostat. O Banco Central Europeu (BCE) vai elevar o juro novamente, mesmo com o fraco crescimento econômico, se a inflação continuar a subir ou se as expectativas de inflação aumentarem.

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