CTB repudia violência da PM de Goiás com prisão da presidenta da CTB-GO, Ailma Maria

A CTB condena com veemência a atitude desrespeitosa e truculenta da Polícia Militar de Goiás (governado por Marconi Perillo, do PSDB, não por acaso o mesmo partido do governador Beto Richa, do Paraná e Geraldo Alckmin, de São Paulo, que desprezam e criminalizam o movimento social). Policiais agrediram e prenderam manifestantes no Dia Nacional de Paralisação e Manifestações, na sexta-feira (29).

A PM do governador tucano agrediu covardemente um manifestante do MST e a presidenta da CTB-GO, Ailma Maria Oliveira, além de apreenderem seus celulares e os deixar incomunicáveis, por ordem de um coronel que acabará de chegar às 5h30 já dando ordens de prisão e de truculência.

A manifestação começou pacificamente às 4h com as centrais sindicais CTB, CUT, UGT, Conlutas juntamente com diversos movimentos sociais nacionais e goianas saíram às ruas para conclamar os trabalhadores do transporte para uma manifestação conjunta na Praça Bandeirantes, centro da capital Goiânia. A manifestação inclusive ocorreu no horário marcado, às 10h sem maiores problemas e com grande comparecimento contra os projetos que retiram direitos da classe trabalhadora e a favor da democracia e mais direitos.

Como a CTB e o MST ficaram responsáveis de panfletarem a porta do Terminal da Rápido Araguaia, o que ocorreu de forma pacifica com a presença de centenas de trabalhadores e acompanhamento da polícia, no período das 4h até às 5h30, diz Ailma, quando chegou um coronel dando voz de prisão à presidenta da CTB-GO e ao representante do MST. De acordo com ela, sem nenhuma justificativa, de forma truculenta e autoritária o dito coronel desferiu um soco na cara do líder do MST e apreendeu os celulares dela e de Valdones Santos, conhecido com Gaúcho. Foram presos O representante do MST e Ailma.

Em protesto à prisão arbitrária as centrais sindicais resolveram fechar a empresa Metrobus até que os dois líderes fossem soltos.

Portal CTB

Compartilhar: