Centrais em campanha por prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600

As 11 centrais sindicais brasileiras unificaram forças na campanha pela prorrogação do auxílio emergencial no valor de R$ 600,00.

Através da MP (Medida Provisória) nº 1.000/2020, publicada na última quinta-feira (3), o governo Bolsonaro ampliou o prazo de duração do benefício até dezembro mas reduziu pela metade o seu valor, ou seja a míseros R$ 300,00. Isto é absolutamente insuficiente para cobrir necessidades elementares de indivíduos e famílias mais carentes que recebem o auxílio, na opinião dos sindicalistas.

As centrais querem que a Câmara Federal analise o quanto antes a MP e restabeleça o valor original de R$ 600,00. Embora modesto, o benefício ajuda a minorar o sofrimento de pessoas que estão desempregadas ou perderam a fonte de renda em função da pandemia.

É também notório que o auxílio emergencial tem impactos muito positivos na demanda interna, sobretudo nos municípios menores e mais pobres, conforme notou o presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), Adilson Araújo.

O tombo da economia brasileira seria mais forte e profundo sem o colchão criado no mercado consumidor pelo auxílio emergencial aprovado no final de março pelo Congresso Nacional. Os argumentos fiscalistas dos que são contra a manutenção do valor de R$ 600,00

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