Após protestos, Bolsonaro recua e diz que manterá Ministério do Trabalho

Servidores protestaram hoje contra o fim do ministério do Trabalho, em Brasília

Em entrevista coletiva nesta terça-feira (13), o presidente eleito Jair Bolsonaro voltou atrás do que tinha dito na semana passada – de que acabaria com o Ministério do Trabalho – e informou que a pasta manterá o status de ministério e não se tornará uma secretaria.

Questionado se o ministério irá incorporar alguma pasta, respondeu: “Vai ser ministério disso, disso e Trabalho. É igual o Ministério da Indústria e Comércio, é tudo junto, está certo? O que vale é o status”.

Na avaliação do presidente eleito, “ninguém está menosprezando” o Ministério do Trabalho.

A declaração de Bolsonaro na semana passada provocou centenas de protestos de diversos setores da sociedade, como o movimento sindical, importantes entidades de magistrados ligados ao trabalho, a atual gestão do ministério, da Procuradoria Geral do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de servidores, que realizaram um abraço simbólico ao prédio na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, onde fica o órgão. Hoje houve um novo protesto.

Portal CTB com informações de agências

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