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Dom, Maio

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Foto: SindbelOs servidores públicos da prefeitura de Belo Horizonte (PBH) suspenderam a greve de advertência, iniciada no dia 23 de junho. A decisão foi tomada em assembléia, com participação de 03 mil pessoas, nesta sexta-feira, 27 de junho.

Segundo o sindicato dos servidores, o Sindibel, o movimento foi interrompido após avaliação da contraproposta da equipe de negociação do prefeito Marcio Lacerda (PSB).

O Secretário de Planejamento, Orçamento e Informação, Helvécio Magalhães, prometeu avaliar o pedido de reajuste no mês de agosto. De acordo com a PBH, é no segundo semestre que se terá conhecimento concreto dos efeitos da crise sobre o município.

Durante o mês de julho, a comissão de negociação de Marcio Lacerda vai avaliar as reivindicações específicas de cada área do serviço público. Entre os problemas levantados, estão o excesso de terceirização no Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a existência de horas-extras não remuneradas.

Segundo a diretora do Sindibel, Célia Lélis, os servidores continuam pedindo reajuste de 26%. O índice foi proposto com base no aumento concedido ao próprio Marcio Lacerda e ao primeiro escalão, no início de 2009.

Ainda de acordo com o Sindibel, nos últimos 04 anos, o primeiro escalão da PBH teve reajuste de cerca de 65%. No mesmo período, a média de aumento salarial dos servidores foi de 20%, em relação ao INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

Os trabalhadores também conseguiram da PBH a promessa de que não vai haver corte dos dias parados. A reposição das horas será feita em horários e dias a combinar.

Belo Horizonte tem cerca de 30 mil servidores públicos.

(Verônica Pimenta para o Portal CTB - Foto Sindbel)
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