Sidebar

27
Seg, Maio

Fonte
  • Smaller Small Medium Big Bigger
  • Default Helvetica Segoe Georgia Times

O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais realizou importante reunião nesta quinta-feira (22) na sede do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), em Brasília. Em pauta a definição e coordenação de um conjunto de ações contra as privatizações, as terceirizações e a precarização dos serviços públicos no país. Para o representante da CTB no evento, João Paulo Ribeiro, o JP, secretário dos Serviços Públicos e Trabalhador Público da central, “neste início de ano, o caminho escolhido pelo governo não privilegia o serviço público, nem, muito menos, contemplam os interesses da classe trabalhadora. A nossa sorte é que, num sistema democrático, há a necessidade de o Congresso Nacional apreciar, aprovar ou vetar uma nova regra. Por isso, no dia 2 de fevereiro, no início das atividades parlamentares, nós entregaremos um documento ao conjunto de deputados e senadores recém-empossados, um levantamento realizado pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) com todos os projetos que tramitam nas casas legislativas, apontando aqueles que são favoráveis e contrários aos interesses dos trabalhadores, tanto no serviço público, como na iniciativa privada”.

O conjunto de entidades ligadas ao Fórum está se reunindo, desde o dia 5, para definir um calendário de ações políticas e mobilizações pelos direitos da classe trabalhadora. Na avaliação dos sindicalistas, essa política, de caráter recessivo, caminha na contramão de um modelo de desenvolvimento que contemple a classe trabalhadora e promova justiça social.

Segundo JP, o governo ventila a possibilidade de não abrir mais negociação com as entidades sindicais quanto a reajustes salariais, sob o argumento de não haver mais nenhum incremento impositivo ou financeiro para demandas do tipo. “Para esse enfrentamento, nós estamos encomendando um estudo a ser realizado pelo Dieese, com o levantamento de todos os prejuízos acumulados à massa salarial, desde os tempos do governo FHC até o governo atual. Com isso, iniciaremos um novo debate a fim de demonstrar os equívocos inerentes às políticas de austeridade fiscal que sobrecarregam o setor produtivo, o trabalhador e os servidores públicos no caminho de viabilizar o superávit primário e encher as burras daqueles que nada produzem, apenas acumulam riquezas vivendo de juros ou de outras formas de renda”, argumenta o sindicalista.

Fonte: CSPB

0
0
0
s2sdefault

Quer saber o que acontece no movimento sindical e no mundo do trabalho?

Digite seu nome e e-mail para receber gratuitamente nosso informativo.