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O dia 28 de abril ficará na história para todos os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil! Nesse dia aconteceu a maior greve de trabalhadores da história do País!

As Centrais Sindicais (CUT, CTB, Intersindical, CSP-Conlutas, UGT, Força Sindical, Nova Central, CSB e CGTB), junto com as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, registraram o número de mais 35 MILHÕES de brasileiros e brasileiras que estiveram nessa sexta-feira (28) em protesto contra os retrocessos dos direitos previdenciários e trabalhistas, impostos pelo governo Temer e que contam com apoio de parte dos deputados (as) federais.

 Só no Distrito Federal, pelo menos 25 categorias cruzaram braços. A categoria de Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares, representada pela Contag, Federações e Sindicatos, também foi para rua dizer não aos retrocessos que penalizam, sobretudo, os povos do meio rural.

 Nos 27 Estados e no Distrito Federal os (as) representantes do Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR) estiveram participando da greve geral através dos comitês regionais, estaduais e municipais, com ocupações de ruas, de agências do INSS, de prefeituras, de câmaras municipais, entre outros espaços.

 “Mais uma vez nós mostramos a força e união da classe trabalhadora. O Movimento Sindical tem história e é capaz de enfrentar qualquer desafio, a exemplo da intervenção militar em 64, dos governos Collor, Sarney, entre outros. Vamos continuar mobilizados (as) e mostrar para toda a nação que o trabalhador e a trabalhadora que coloca alimento com quantidade e qualidade na mesa do povo brasileiro, precisa ser respeitado. A Previdência Social e os Direitos Trabalhistas não nos serão roubados! Os homens e mulheres do campo não nasceram para sofrer, mas, para serem felizes e vencedores. Vamos à luta!!”, destacou o presidente da Contag Aristides Santos.

A luta segue...

 “Seguiremos em unidade mobilizados (as) para impedir que a Reforma Trabalhista passe no Senado e para que a Reforma da Previdência seja derrotada na próxima semana a comissão especial da câmara”, ressaltou Aristides.

Vamos avançar!!!

 “A sociedade decretou que é contra as reformas do Temer. Que é contra o governo Temer. Governo Temer que já estava capengando, hoje é sepultado. Ele tem 5% de credibilidade com a greve geral do jeito que ela foi colocada, diminui ainda hoje!”,  apontou o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) Vagner Freitas.

 "O recado das Centrais é que a classe trabalhadora pode sim parar o Brasil se este governo continuar avançando sobre os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras", disse o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araujo​

Por Barack Fernandes - Contag (Foto: César Ramos)

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