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Ter, Jun

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Na quinta (7) e sexta (8) foi realizada em São Paulo a plenária dos delegados e delegadas sindicais da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect) e CTB-Correios. 

O secretário de Formação e Cultura da CTB e diretor do Sintect-RJ, Ronaldo Leite, participou da abertura da plenária, com uma análise de conjuntura

Leite abordou a gravidade das reformas aprovadas pelo governo Temer, destacando o congelamento de investimentos e gastos públicos por 20 anos, a reforma trabalhista e a lei de terceirização.

"Após o golpe nos direitos dos trabalhadores, o governo Temer põe a soberania do país em risco. O sucateamento da ECT está sendo estendido às demais estatais, na ânsia de instituir um projeto privatista", diz o dirigente.

Leite também denunciou os ataques ao funcionalismo público e às empresas estatais "por meio do pacote anti-servidor de Temer", que inclui a entrega do patrimônio público, como o pré-sal, a eletrobrás e, principalmente, os Correios, através de terceirização e redução de quadro de trabalhadores e trabalhadoras.

Aprofundando o debate econômico, o representante do Dieese, Victor Gnecco Pagani, tratou da siituação socioeconômica do Brasil, apresentando dados comparativos da inflação, ganhos reais, distribuição de renda, desemprego e PIB.

Luta por direitos e salário digno

O presidente do Sintect-SP, Diviza Elias Brito, disse que a categoria está preparada para lutar pela conservação dos direitos e salários dignos para a categoria.

“Estamos diante de um governo que prioriza a retirada dos direitos dos trabalhadores e o desmonte do patrimônio público. Os trabalhadores de São Paulo, no entanto, estão acostumados a nadar contra a maré e por isso, vamos lutar para garantirmos um Acordo Coletivo de Trabalho favorável à categoria”, afirmou.

Nesta sexta-feira (8), o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) abriu a plenária, trazendo uma análise do (des)governo de Temer e das medidas que mais impactam o país e a vida dos brasileiros.

“O desmonte das empresas nacionais, tão presente nos anos 1990, volta agora. Volta, também, o projeto de desmonte das universidades, para a acabar com pesquisas, e importar tecnologia. Tudo isso começou com a aprovação do teto de gastos, logo após o golpe contra a presidenta Dilma. Mas, é importante destacar que o teto é apenas para investimentos em estruturas nacionais (saúde, educação, segurança e projetos sociais), a dívida com o capital externo está resguardada nessa política, para esses gastos, não houve corte!” 

Portal CTB informações do Sintect-SP

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