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O Sindicato dos Metroviários de São Paulo cruzam os braços por 24h nesta quinta-feira (18) contra a privatização. A decisão foi aprovada em assembleia realizada na noite desta quarta-feira (17). A greve é em protesto a privatização das linhas 5 e 17 do Metrô.

Fórum das centrais se soma aos Metroviários de São Paulo contra privatização do Metrô

Presente na assembleia, o presidente da CTB, Adilson Araújo, a luta dos Metroviários é uma luta do conjunto da classe trabalhadora paulistana. “Marcharemos ao lado dos Metroviários de SP contra a privatização”, afirmou. 

Na mesma linha, Wagner Gomes, secretário-geral da CTB, complementa alertando para a centralidade da luta contra a privatização do Metrô de São Paulo. "Luta contra a privatização do Metrô hoje é estratégica e deve apontar para o governo que a categoria está mobilizada e pronta para a luta", destacou. 

Confira manifesto dos Metroviários:

"A direção do Metrô numa atitude desesperada e irresponsável, junto com o governo Alckmin, está mentindo para a categoria diante da vergonhosa Privatização das Linhas 5 e 17.

Esse processo fraudulento que tenta entregar o patrimônio público foi todo feito com participação da direção do Metrô num processo de cartas marcadas, tendo como ganhador a CCR.

O Sindicato construiu um fórum de luta contra a privatização que construiu diversas atividades em comum, como um manifesto contra a privatização, carta aberta, ato do dia 19 em frente a bolsa de valores, etc.

No terreno juridico, estamos com diversas ações questionando os absurdos dessa privatização como afronta ao interesse público, lesão econômica ao patrimônio, a ilegalidade e a violação à moralidade administrativa, além de comprometimento do caráter competitivo da concorrência.

O governo já divulgou suas intenções. Não da pra confiar na direção da empresa!

Pretendem entregar as linhas 5 e 17 neste momento e em seguida a linhas 15. Já ameaçam a entrega da linha 2, que se somarão as linhas 4 e 6 que ja são privatizadas. Na prática ficará somente as linhas 1 e 3 sendo operadas pelos metroviários, que nesse cenário poderão ser privatizadas mais facilmente.

Os metroviários estão diante do seu maior ataque, a destruição completa do Metrô e diferente do que diz a direção da empresa, haverá sim muitas demissões caso esse projeto privatista siga em frente.

Ninguém deve seguir as orientações do Metrô de comparecer ao trabalho, sejam os supervisores, P.Os de OTs, etc e muito menos acreditar nas mentiras expressas nos comunicados do Metrô e nas cartas enviadas para a casa dos metroviários. Siga somente as orientações do sindicato!

Tudo isso não passa de conduta antissindical, atitude ilegal e de desespero porque estamos conseguindo avançar e temos condições de impedir a privatização do Metrô. Nesse momento a nossa greve de 24h é mais um passo estratégico para afundar os planos do governo e da direção do Metrô.

Portal CTB

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