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Ter, Jun

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Trabalhadores e trabalhadoras dos Correios de São Paulo aprovaram em assembleia, na noite da última terça-feira (02), a continuidade da greve iniciada no dia 26 de abril.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos de São Paulo (Sintect-SP), a paralisação nacional que afeta diversos estados, é motivada pela postura da empresa que adotou medidas que pioram as condições de trabalho da categoria como a suspensão das férias, e promovem o sucateamento do sistema com vistas à privatização, como o fechamento de agências e demissão motivadas.

Segundo a Federação Interestadual dos Sindicatos dos Correios (Findect), a reunião do dia 1º de maio, com representantes da direção da ECT, termimou com uma proposta que não atende às reivindicações da categoria e ainda impõe perdas flagrantes.

Nesse sentido, os dirigentes da Findect e do Sintect-SP reafirmaram e insistiram nas reivindicações dos trabalhadores que motivaram a greve. “Mesmo diante da grande adesão da categoria à greve, o presidente da ECT voltou com o discurso do déficit da Empresa, na tentativa de justificar os golpes aos direitos dos Trabalhadores e a privatização”, ressaltou Elias Cesário, o Diviza, presidente do Sintect e vice-presidente da Findect.

Na manhã desta quarta-feira, representantes dos trabalhadores e da empresa voltam a se reunir para tentar chegar a um acordo. Após o encontro, os sindicalistas participam de uma audiência no Tribunal Superior do Trabalho (TST) que visa resolver as ilegalidades como o parcelamento das férias da categoria.

Uma nova assembleia está marcada para quinta-feira (04), a partir das 17h, no CMTC Clube, zona Norte da cidade, para decidir os rumos do movimento.

Portal CTB

 

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