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Ter, Jun

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"A luta contra a privatização do Metrô de São Paulo, bem como a valorização da categoria são bandeiras permanentes para a CTB", afirmou o secretário-geral da CTB, Wagner Gomes, durante audiência pública, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que debateu o impacto dos cortes no orçamento e a privatização do serviço

A audiência foi uma iniciativa da Deputada Leci Brandão (PCdoB), Deputado Carlos Giannazi (PSOL) e da Liderança do PT na Alesp.

Em outubro, o governador de São Paulo, Márcio França (PSB/SP) enviou eleito de São Paulo, à Assembleia Legislativa, projeto de lei que prevê corte de 9,86% nos recursos para o Metrô e de 8,8% para a CPTM, na comparação com o Orçamento aprovado de 2018. Os dois sistemas transportam em média, por dia útil, 7 milhões de passageiros. 

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Ao criticar a proposta da gestão França, Gomes, alertou para as consequências dos cortes. "Afetará, para pior, a vida do trabalhador e da trabalhadora, e prejudicará ainda mais a mobilidade de São Paulo. Isso porque a medida significa não retomar as obras que estão paradas, com destaque para a da Vila Brasilândia. Ou seja, com esse corte de orçamento teremos uma piora de quadro que já é ruim", afirmou o dirigente.

Segundo ele, "esse corte também pode impactar no quadro de funcionários, aumentando a ameaça de desemprego, terceirização, entre outros retrocessos".

Como resultado da audiência, as entidades participantes e os parlamentares aprovaram a criação de uma frente em defesa do Metrô.

CTB São Paulo

 

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