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Nos próximos dias 02 e 03 de março motoristas e cobradores terão a missão de comparecer às urnas para eleger a próxima Diretoria e o Conselho Fiscal do Sindicato dos Condutores do Vale do Paraíba. 

A entidade tem em sua base 14 mil trabalhadores e trabalhadoras em transportes, dos quais sete mil são sindicalizados.

Duas chapas disputam o pleito. A Chapa 2 “Reconstrução”, oposição à atual diretoria do Sindicato (que se mantém na direção há cerca de 20 anos), é composta por dirigentes da CTB e encabeçada por Natanael da Silva, o Ninja.

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Cobrador há mais de 12 anos, Ninja é secretário-geral do Sindicato e faz críticas a atual gestão. Para ele, o mais importante é reconstruir a credibilidade do sindicato e a confiabilidade junto à categoria. “Hoje encabeço a Chapa de Oposição por entender que devemos fazer um trabalho de fortalecimento do sindicato para entregá-lo às mãos dos trabalhadores. Precisamos retomar laços uniam a direção com a base, hoje completamente esquecida. Nosso sindicato ficou 25 anos sob o controle de poucos dirigentes oportunistas que não valorizam os direitos da categoria. Queremos mudar essa realidade em parceria com os trabalhadores e trabalhadoras que sempre sonharam em transformar nosso sindicato em uma entidade de luta”, afirmou o candidato.

Onofre Gonçalves, presidente da CTB São Paulo, que acompanha o processo eleitoral, reforça que a proposta da Chapa 2 é atender aos anseios da categoria atualmente insatisfeita. “Estamos sentindo que há um grande desejo de mudança. A Chapa da CTB é composta por 28 companheiros e companheiras que almejam fazer essa mudança colocando a categoria como prioridade. E para nós, da CTB o trabalhador está em primeiro lugar”, afirmou o presidente da CTB-SP.

De acordo com o dirigente, a Chapa 2 espera que eleições transcorram normalmente e o processo democrático seja respeitado. "Esperamos que a diretoria atual respeite os resultados das urnas. São os trabalhadores que devem decidir. Queremos paridade na fiscalização de todo processo eleitoral, especialmente na apuração. Exigimos respeito ao voto do trabalhador”, afirmou.

Cinthia Ribas - Portal CTB

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