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Desde 0h desta quinta (18) o metrô de São Paulo opera parcialmente, com funcionamento reduzido das linhas azul, lilás, verde e vermelha.

A categoria protesta contra a privatização das linhas 5 e 17, prevista em leilão marcado para esta sexta (19).

O presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, o presidente da CTB-SP, Rene Vicente, o secretário de Formação e Cultura, Ronaldo Leite, e Flavio Godoi, dirigente da CTB e secretário de Formação do Sindicato dos Metroviários marcaram presença no Pátio Itaquera

“A luta em defesa do patrimônio público seguirá firme em São Paulo e a CTB estará na linha de frente desta batalha”, diz Adilson Araújo.

Segundo o Rene Vicente, presidente da CTB-SP, a greve teve boa adesão na cidade e ele alerta para os prejuízos que a venda das linhas 5 e 17 do metrô trará à população de São Paulo.

"A CTB estará presente também protestando contra a entrega deste patrimônio público à iniciativa privada. É importante que a população faça este debate e estamos aqui protestando para que o metrô continue sendo um serviço de utilidade pública e que tenha tarifas acessíveis", diz Vicente.

Godói diz que 80% da categoria aderiram à greve e convocou para mobilização nesta sexta, às 9h, em frente à Bolsa de Valores, no centro de São Paulo. "Faremos uma grande denúncia deste processo de cartas marcadas que é a privatização das linhas ouro e lilás do metrô", afirma o dirigente.

Portal CTB com informações de Joanne Mota

 

 

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