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Ter, Jun

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“A defesa dos direitos da classe trabalhadora é o centro de nossa luta", afirmou Renê Vicente, presidente da CTB São Paulo, sobre o empenho da central na construção da luta e na mobilização para o dia 10 de novembro.

Para o dirigente “resistir a todo custo é a nossa bandeira, mas precisamos ir além e alertar a população sobre o que esconde as reformas de Michel Temer. A hora é de organização e de unidade em defesa dos direitos e do interesse do nosso povo”.

Na luta de ideias, Vicente destacou que “um dos desafios da Central e traduzir para suas bases que como resultado do golpe o Brasil amarga nova onda de privatizações, desemprego alarmante, avanço da precarização, trabalho escravo e fim das conquistas sociais”.

Na mesma linha, o secretário geral da CTB/SP, Paulo Nobre, o Paulinho, destacou destacou a complexidade do momento, mas ao mesmo tempo indicou que a CTB seguirá firme em sua organização mundial resistência. “Nosso objetivo é fortalecer o dia 10 de Novembro, em defesa do direitos do nosso povo”.

Ainda em sua fala destacou a onda de desmonte que vive o Brasil. “Testemunhamos um ataque frontal contra a nossa soberania, que se expressa na entrada de nossas riquezas e no desmonte do Estado”, afirmou o dirigente.

Além dos dirigentes residente na capital paulistana, compareceram representantes de Campinas, de Ribeirão Preto, de Sorocaba, de Jaguariúna e de Osasco.

Reflexos da crise

A análise de conjuntura foi comandada pelo assessor da presidência da CTB Nacional, Marcelo Cardia, que indicou que a crise segue com grandes proporções e atingindo diversos países do globo, com o avanço do desemprego e de projeto de cunho conservador que se expressa numa onda fascista em todas as regiões os planeta.

Segundo ele, atravessamos uma passividade resiliente, ou seja, ainda que haja resistência, a passividade continua. “Temos como exemplo o freio na piora em alguns quesitos como a inflação, a alta nas exportações e a captação de uma super safra agrícola, que injetou em torno de 500 bilhões de reais, barateando o valor dos alimentos”.

“Esses fatores influenciam muito a ajuda a explicar essa passividade resiliente vista em todo o Brasil. Somamos a isso o desencanto com a política, que torna ainda mais complexo o nosso cenário”, afirmou Cardia.

Ele indicou que “ainda que haja complexidade na construção da luta, temos hoje pautas que podem aglutinar forças que gere uma onda que alcance ganhos simbólicos. A luta contra a reforma trabalhista, da previdência e pelo fim do trabalho escravo se converte em um tripé estratégico para alavancar nosso campo numa contra ofensiva”, externou.

E completou: “que a resistência, a unidade e a organização serão essenciais na luta em curso”.

Presente na reunião, o secretário executivo da CTB Nacional, Onofre Gonçalves, destacou que além do desafio de manter a força do movimento sindical, está também centro o desafio de como enfrentar o debate com a maioria da população brasileira que está refém do pensamento da classe dominante.

“O momento é de avaliação e quem está pagando a contra é a classe trabalhadora. Nosso objetivo é trabalhar para fazer um grande Dia 10 de Novembro, não só parando o país, mas orientando nosso povo sobre os perigos que essas reformas trarão para todos os brasileiros”, acrescentou Onofre.

Serviço:

Dia Nacional de Mobilizações, paralisações e greves em defesa do diretos, contra as reformas Trabalhista e da Previdência e pelo fim do trabalho escravo
Quando: 10 de Novembro
Concentração: A partir das 9h30, na Praça da Sé

Joanne Mota - Portal CTB

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