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Dom, Jul

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Milhares de trabalhadores e trabalhadoras lotaram, mais uma vez, as ruas do Centro do Rio de Janeiro para protestar contra os governos Federal e do Estado. Na pauta dos trabalhadores e trabalhadoras, o repúdio à PEC 55, à proposta de Reforma da Previdência e ao Pacote de Maldades de Pezão e Dornelles. O ato, que se concentrou na Candelária, no fim da tarde da sexta-feira (25), percorreu as ruas do centro com muita unidade entre trabalhadores e estudantes.

Na altura do Largo da Carioca, uma outra manifestação se uniu à dos trabalhadores. O ato das mulheres, nessa data que é o Dia Internacional do Combate à Violência Contra a Mulher. A Secretária da Mulher Trabalhadora da CTB-RJ, Katia Branco, falou sobre a importância da luta contra o machismo e contra a violência contra as mulheres:

“De acordo com as estatísticas, uma em cada três mulheres sofre de violência doméstica. A violência contra a mulher é uma questão social e de saúde pública, não distingue cor, classe econômica ou social, está presente em todo o mundo. Nós, enquanto representantes do Sindicalismo Classista, temos que inserir a luta contra a violência contra a mulher em cada base sindical do País, em cada bairro, em cada espaço pois lutar contra a violência e pela emancipação da mulher, é lutar contra a lógica opressora da nossa sociedade e, de certo modo, contra o próprio capital, que usa do machismo para produzir lucro em cima da exploração da mulher trabalhadora.”

Em unidade, homens, mulheres, trabalhadores e estudantes seguiram em manifestação até a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. O Presidente da CTB-RJ, Ronaldo Leite, valorizou a unidade do ato contra os retrocessos:

“Atos como esse são muito importantes para organizar a unidade dos setores progressistas. Hoje, o governo golpista de Michel Temer e o desgoverno do Rio de Janeiro de Pezão e Dornelles estão atacando os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras. Nós, da CTB-RJ, junto com as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, estamos na luta para resistir a esses ataques e garantir melhores condições para a classe trabalhadora brasileira.”

Da CTB-RJ

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