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A greve dos agentes penintenciários de Rondônia, deflagrada na quarta-feira (1), completa sete dias nesta terça-feira (07). Não houve acordo durante reunião entre o Sindicato dos Agentes Penitenciários e categoria (Singeperon) e o governo estadual.

A greve foi motivada, segundo o Singeperon, para reivindicar a apresentação do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR) por parte do governo, pagamento de adicional de insalubridade de 40% em cima do vencimento e melhoria no sistema penitenciário.
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 "A negociação está lenta, vagarosa. O governo nos intimou para ir até lá numa reunião somente para pedir 30 dias de prazo e pedir que o movimento pare", afirma Anderson Pereira, presidente do Singeperon.

O estado conseguiu da Justiça que fosse mantido 70% do efetivo em atividade. No complexo penitenciário de Porto Velho há cerca de 4 mil presos em oito unidades prisionais. A Polícia Militar reforçou a segurança.

"As informações chegam através dos delegados sindicais do interior e, segundos eles, houve princípios de motim em Ji-Paraná, Rolim de Moura e Ariquemes. Aqui em Porto Velho houve, mas alguns servidores e COE contiveram o movimento", diz Pereira.

Portal CTB com agências

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