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Por iniciativa do senador Paulo Rocha-PT/PA, foi realizada na manhã desta segunda-feira (06/05), uma reunião, no Sindicato dos Bancários do Pará, do senador com as Centrais Sindicais e dirigentes de partidos políticos com atuação no Estado do Pará.

O foco da reunião foi a luta contra a reforma da previdência, que está unificando as Centrais Sindicais e partidos políticos de esquerda em uma única frente de atuação. 

Além das Centrais Sindicais, CTB, UGT, CUT e Força Sindical presentes na reunião, farão parte da frente todas as demais Centrais Sindicais, a Fetagri, a Federação dos Servidores Públicos - FSPEPA, o PCdoB, PT, PSOL, PSB e PDT. Outras entidades serão convidadas a fazerem parte dessa luta, como  os movimentos que unem a juventude e estudantes e outras organizações formadas por movimentos sociais, como a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, bem como o MST e o MAB. 

Essa união de forças sindicais, políticas e populares tem a tarefa de percorrer municípios alertando a população, comerciantes, vereadores e prefeitos sobre os malefícios e prejuízos dessa proposta de reforma da previdência ao povo e aos municípios paraenses.

Inicialmente, a frente das organizações vão a Santarém, Marabá, Castanhal e Altamira entre outras cidades pólos. Esse primeiro movimento visa mobilizar contra a Reforma Previdência e para a greve geral agendada pelas Centrais para o dia 14 de junho. Agenda essa que será definida e organizada na reunião da próxima quarta-feira 08/05 às 9h no Sindicato dos Bancários do Pará.

Segundo dados apresentados pela  Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil - ANFIP, em 70% dos municípios paraenses os recursos que circulam nesses municípios advêm de aposentadorias, pensões e benefícios de prestação continuada, o BPC, valores que serão corroídos, se a proposta de Bolsonaro para a previdência for aprovada, pois vai reduzir os valores destinados, via previdência social, aos homens e mulheres que residem e comercializam nestas localidades, os municípios, fazendo circular a economia local.

Portanto, "reduzir o acesso aos benefícios previdenciários é um crime de destruição da economia e contra os mais necessitados, os aposentados, pensionistas e beneficiários do BPC, são ataques sem precedentes na história brasileira", disse Cleber Rezende, presidente da CTB Pará.

"A deforma da Previdência e o fim da política nacional de valorização de reajuste do salário mínimo elevará o empobrecimento da população e uma acentuada redução de recursos que circulam atualmente nos municípios do Pará e no Brasil", disse Valdo Martins presidente da Federação dos Servidores Públicos do Estado do Pará - FSPEPA e secretário de formação da CTB Pará. 

"O objetivo da frente que está se formando é para combater a proposta de reforma da previdência, para isso terá que reunir com o povo nos sindicatos, nos locais de trabalho, nos bairros, nas feiras, nas igrejas, nas Câmaras de Vereadores e com as entidades representativas de municípios, bem como as Associações Comerciais e movimentos de entidades populares", afirmou o senador Paulo Rocha do PT no Pará.

 

Com informações do Facebook do Senador Paulo Rocha PT PA

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