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Ter, Jul

São Paulo

  • Esta cena mostra que bater panelas não foi invenção da classe média

    O filme “Era o Hotel Cambridge”, de Eliane Caffé, choca ao apresentar de maneira clara o drama de pessoas que trabalham nas imediações do centro de São Paulo e não têm como obter moradia. A solução é ocupar prédios abandonados.

    Caso do antigo e glamouroso Hotel Cambridge. Para além do problema insano da fala de moradias, causado por falta de uma reforma urbana que contemple as necessidades da maioria da população, que vive da sua força de trabalho.

    Ao apresentar as dificuldades enfrentadas pelos refugiados, que buscam uma vida digna, distantes de seus entes mais queridos, o filme mostra o papel central da cultura na construção de identidade de um povo, de uma nação. E para manter a autoestima.

    Baseado no livro “Era o hotel Cambridge: arquitetura, cinema e educação”, da arquiteta, diretora de arte e professora da Escola da Cidade, Carla Caffé, a película transborda em delicadeza e generosidade.

    À espera da execução de uma ordem de despejo, a presença de imigrantes é questionada como um problema a mais a ser enfrentado e Carmen Silva (que interpreta ela própria), a líder da ocupação encerra a discussão ao afirmar que “brasileiro, estrangeiro, somos todos refugiados, refugiados de nossos direitos”.

    Assista trailer oficial do filme: 

    A trilha sonora dá o impacto necessário para denunciar a ameaça constante de violência, vivida pelos ocupantes. Com cenas reais mostram uma ação policial em uma desocupação, sem se importar com a presença de idosos, mulheres, crianças e pessoas desarmadas.

    A presença dos atores José Dumont e Suely Franco em meio a não atores, dá um caráter de nitidez ao drama. “Era o Hotel Cambridge” diz de forma delicada, em tempos sombrios, como o capitalismo desumaniza a vida. Que se humaniza na insistência e na necessidade de se viver.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy. Foto: Divulgação

  • Viraliza nas redes sociais um vídeo onde uma passageira, de um voo do Rio de Janeiro para São Paulo, diz ao deputado federal cassado Eduardo Cunha: “Senhor Eduardo Cunha muito obrigada por roubar o Brasil inteiro (...) Quero que o senhor apodreça na cadeia”.

    Assista o escracho em Eduardo Cunha 

    Em show em Nova York, o cantor e compositor paulista Criolo incluiu no roteiro um projetor com os dizeres “Fora Temer”, seguido de “Diretas Já”, depois por “É Golpe”, “Pelo fim do foro privilegiado”, "pelo fim da pensão vitalícia" até que no final aparece “A luta é hoje” porque “Amanhã é tarde” e o show prossegue.

    Veja o espetáculo de Criolo 

    Em show de Caetano Veloso e Gilberto Gil em São Paulo, mais uma vez o público acompanhou a música Odeio, de Caetano. Quando o cantor baiano canta “odeio você” o público responde Temer.

    Acompanhe os cantores baianos Gil e Caetano

    Portal CTB

  • As manifestações contra o candidato da extrema-direita, Jair Bolsonaro, lotaram as ruas de ao menos 114 cidades em todas as unidades da federação do país. A maior delas, no Largo da Batata, em São Paulo, reuniu 500 mil pessoas, segundo a organização, durante todo o ato liderado pelo movimento Mulheres Contra Bolsonaro.

    A CTB marcou presença porque “nós queremos receber o 13º salário, o abono de férias e remuneração igual para trabalho igual”, afirma Gicélia Bitencourt, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB-SP. Além disso, diz ela, “esse candidato representa o aprofundamento mais radical das reformas feitas por Michel Temer que causaram desemprego, recessão e retirada de conquistas fundamentais da classe trabalhadora”.

    Gente de todos os gêneros, cores, ideologias, idades, crenças religiosas, coloriram as ruas de São Paulo com a força das mulheres e da juventude para disseminar o amor contra o ódio. “Nós não aceitamos o retrocesso e a humilhação”, acentua Luiza Bezerra, secretária da Juventude Trabalhadora da CTB.

    Para ela, “as forças do campo democrático e popular unidos saberão dar um sonoro não à candidatura do ódio, das armas e da violência. O Brasil precisa de paz, de mais educação, mais saúde, mais justiça, com valorização do trabalho e combte às desigualdades”. Um cartaz dizia: "Vote como uma garota, ele não" e as mulheres cantavam alegres: "O Bolsonaro pode esperar, a mulherada vai te derrotar".

    A manifestação suprapartidária contou com a presença dos presidenciáveis Guilherme Boulos (PSOL), Marina Silva (Rede) e Vera Lúcia (PSTU) e das candidatas à vice-presidentas Manuela D’Ávila (Fernando Haddad), Kátia Abreu (Ciro Gomes) e Sonia Guajajara (Boulos), além de muitos artistas e candidatas e candidatos ao Congresso Nacional e à Assembleia Legislativa de São Paulo.

    “Nós defendemos a liberdade das mulheres, ele não. Nós defendemos o 13º salário, e o direito das trabalhadoras e trabalhadores, ele não. Nós gritamos ‘fora Temer’, ele não. Nós defendemos que as mulheres, os negros, os indígenas, LGBTs tenham dignidade e façam parte de um grande sonho de Brasil, ele não”, postou Manuela em seu Twitter.

    Parte dos manifestantes rumou em passeata por onze quilômetros até o vão do Masp (Museu de arte de São Paulo Assis Chateaubriand), na Avenida Paulista. Durante o percurso muitos "buzinaços" de apoio, um “Lulaço” improvisado com os trompetistas que puxam essas manifestações em diversos pontos do país e cantos e palavras de ordem pela liberdade.

    Por volta das 20h40, terminou o ato com a disposição de se manter o moivmento de resistência ao fascismo firme e forte, mesmo após a eleição. "As mulheres e a juventude mostraram que a unidade é possível para a superação da crise, com criação de empregos e de um projeto nacional de desenvolvimento voltado para os direitos de todas as pessoas", conclui Luiza 

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB. Foto: Mídia Ninja

  • Com o tema “Educadoras em Defesa da Democracia Nenhum Passo Atrás”, teve início hoje (5), em São Paulo, o 2º Encontro Mulheres Educadoras, promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee) e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

    Estão entre os temas principais a defesa da democracia e a participação feminina na política. O evento, que acontece no Marabá Hotel e termina na sexta-feira (6) também discutirá os desafios das entidades sindicais na luta pelos direitos das mulheres.

    A secretária de formação da CTB, Celina Arêas, abriu o evento destacando a gravidade da conjuntura política nacional e a importância deste debate em um momento em que as garantias democráticas estão ameaçadas e que é fundamental estar mobilizado e bem informado para impedir qualquer passo atrás nos direitos.  

    Lúcia Rincon, coordenadora-geral da União Brasileira de Mulheres (UBM), diz que o encontro fornece mais subsídios para uma análise da realidade das mulheres hoje. “Muito importante esse encontro com profissionais da educação pública e privada, num debate riquíssimo para traçarmos metas e caminhos, formatando lutas e conteúdos para que consigamos discutir a situação das mulheres em nossa sociedade”, diz 

    Já Isis Tavares, presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Amazonas (CTB-AM) e secretária de Relações de Gênero da CNTE, acredita que “um conjunto de projetos que representam retrocessos nos direitos das pessoas em curso no Congresso Nacional devem ser amplamente debatidos". Por isso, reforça ela, “pensamos este encontro com mulheres educadoras”.

    Lúcia acredita que as pessoas estão muito atuantes “interagindo, muito interessadas em conhecer e se apropriar de elementos que nos ajudem a aumentar unidade das forças progressistas para travar o enfrentamento às leis que apontam para o passado, com forte opressão às mulheres”.

    encontro de mulheres post 1

    “Os ataques aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, aos direitos humanos e aos avanços nas políticas públicas para as mulheres, poderão anular conquistas e avanços para a construção de uma sociedade mais democrática”, afirma Isis.

    De acordo com ela, o “nosso encontro pretende evidenciar e refletir juntamente com todas as presentes o que está realmente em jogo no país, a partir da perspectiva da luta das mulheres por uma sociedade mais justa e feliz”.

    “Um jogo sujo", define Isis, “para atacar a primeira mulher a ocupar a Presidência da República e com isso, atacar todas as mulheres que são belas, mas trabalham e lutam por uma vida plena de direitos”.

    Segundo Lúcia, as participantes do encontro mostram que as mulheres estão “muito estimuladas a travar a boa batalha nas ruas, nas escolas, levando o necessário debate sobre a construção de relações de gênero num novo patamar, respeitoso, onde homens e mulheres estejam unidos e unidas para construirmos a sociedade solidária”.

    Serviço

    O que: Educadoras em Defesa da Democracia Nenhum passo atrás
    Onde: Marabá Hotel – Avenida Ipiranga, 757 – São Paulo
    Quando: Sexta-feira (6)
    9h: Os desafios das Centrais e entidades de trabalhadores/as em educação na luta mulheres. (Raimunda Gomes-Doquinha, secratária de Imprensa e Comunicação da CTB; Junéia Batista: secretária da Mulher Trabalhadora da CUT; Isis Tavares: secretária de Relações de Gênero da CNTE; Rita de Cássia de Almeida: Coordenadora da Secretaria de Gênero e Etnia da Contee).
    12h30: Almoço
    14h: Educação – Novo PNE (Plano Nacional de Educação) Gênero e igualdade de gênero na sala de aula Madalena Guasco Peixoto: Doutora em Educação, Professora titular do Departamento de Fundamentos da Educação da Faculdade de Educação da PUC/SP; Coordenadora Geral da Contee.
    17h: Encaminhamentos
    18h: Encerramento

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy com informações da Contee e CNTE

  • Os condutores de São Paulo, em campanha salarial, realizaram uma assembleia massiva na tarde de quinta-feira (16), com cerca de 8 mil trabalhadores no CMTC Clube. A categoria recusou a proposta de acordo feita pelos patrões e ingressou em estado de greve, indicando que São Paulo pode parar na próxima quarta-feira (21) se os empresários mantiverem a intransigência em relação à sua pauta de reivindicações.

    Motoristas e cobradores também decidiram participar da greve geral convocada pelas centrais sindicais para 14 de junho em defesa das aposentadorias e contra a reforma da Previdência proposta pelo governo Bolsonaro. Isto significa que a capital paulista vai ficar sem transportes no dia da paralisação, pois os metroviários resolveram ir pelo mesmo caminho.

    Os transportes são um ramo estratégico da economia nacional, cuja paralisação afeta todos os setores e ramos de atividade. Funcionam como uma espinha dorsal de uma greve geral, de modo que sua participação no movimento é quase uma garantia de pleno êxito.

    Para preparar a greve geral está sendo articulada uma Plenária do Setor de Transporte do Estado São Paulo para o dia 27 de maio no Sindicato de Metroviários. O tema também será debatido em âmbito nacional durante o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Trabalhadores em Transporte em Brasília, no dia 5 de junho, que também terá por foco a preparação e a mobilização nacional para a greve das centrais sindicais e movimentos sociais em 14 de junho.

  • A direita mais reacionária da sociedade paulistana mostra a sua cara nestas eleições com atitudes que não aparecem nas campanhas dos seus respectivos candidatos. Celso Russomanno (PRB) tenta censurar os Jornalistas Livres e um ex-assessor de João Doria Junior (PSDB), Luiz Carlos Franco, o acusa de falsidade e perseguição.

    Franco escreve em seu Facebook sobre o candidato do PSDB: “Cruzamos caminhos algumas vezes, e após eu ter investido dois anos de minha vida profissional para torná-lo presidente da Embratur, foi capaz de oferecer seus serviços de agência à TAM – Linhas Aéreas, onde eu trabalhava, o que implicaria – se o comandante Rolim aceitasse – na minha demissão”.

    Já o candidato do PRB entrou com ação contra os Jornalistas Livres para tirar do ar a entrevista com Cleide Cruz, a caixa de supermercado humilhada por ele numa reportagem de 10 anos atrás, exibida pela Band (assista aqui a reportagem do então deputado federal).

    De acordo com os Jornalistas Livres, “o processo está sendo movido por nada menos do que 11 advogados contratados por Russomanno, que solicitou à Justiça a retirada da reportagem do ar antes mesmo que os Jornalistas Livres pudessem apresentar sua defesa” (assista a entrevista com a trabalhadora aqui).

    Explicam ainda que o juiz Sidney da Silva Braga, da 1ª zona eleitoral de São Paulo negou o pedido do candidato, afirmando não enxergar nenhum motivo que justificasse a retirada da reportagem do ar.

    Em relação a Doria, Franco afirma ainda que ele “pediu minha cabeça ao sr. Frias (Octavio), dono da Folha (de S.Paulo), por discordar de artigos que publiquei. Tive certeza da sua fidelidade ao ser informado pelo comandante Rolim sobre sua proposta; e pelo jornalista Adilson Laranjeira, meu chefe à época na Folha da Tarde”.

    Para ele, “Joãodoria45 é tão verdadeiro quanto nota de R$ 30,00, ou como o tingimento de seus cabelos ou o Botox que andou aplicando” (saiba mais aqui).

    Portal CTB com agências

  • É fato que a juventude brasileira não se sente representada pelos poderes instituídos. Isso porque o sistema político não favorece a nossa participação. Candidaturas que representem a força da mulher jovem que vai à luta sem medo de nada.

    Tornou-se muito comum ouvir-se em todos os cantos por aí: “lute como uma menina”. Porque as meninas lideraram a ocupação das escolas no ano passado em defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade para todas e todos.

    Essa luta não parou. Continua por mais espaços para a juventude. Com acesso à cultura, ao esporte, ao lazer. Sem medo de ser feliz, a juventude quer ter a sua voz, para defender os seus direitos, com respeito à suas necessidades e vontades.

    E para atingir esse objetivo há necessidade de criação de políticas públicas fundamentais para a população mais jovem. Mais mulheres na política não é só uma bandeira, tornou-se um modo de vida das meninas que tomaram as ruas da maior metrópole da América do Sul para acabar com a cultura do estupro e exigir respeito à dignidade humana.

    Hoje as meninas estudam mais, lutam mais, mas ainda ganham menos. A violência contra a mulher cresce ano a ano. Milhares de meninas são estupradas, muitas dentro de casa por pessoas muito próximas.

    A nossa luta é para acabar com tudo isso. Muito importante para vencer essa barreira é levar o debate da questão de gênero nas escolas, sem medo e sem tabu. Debater as questões referentes à sexualidade de maneira transparente e sensata, com respeito à faixa etária de quem participa do debate. A escola faz um papel fundamental na formação das pessoas em nossa cidade.

    Ocupar a cidade é derrubar as barreiras que nos dividem, é construir a cidade de São Paulo para todo mundo, e para cada um de nós!

    Vimos nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, com é importante o esporte ser trabalhado nas escolas. Os países que fazem isso ganham medalhas e mais medalhas e no Brasil, querem acabar com os projetos que incentivam a prática esportiva e os estudos.

    Fundamental a ocupação dos espaços públicos para a juventude se encontrar, trocar ideias, cantar, dançar, praticar esporte. Aprender a criar arte, como os grafiteiros de nossa cidade fazem com muita capacidade.

    Queremos uma prefeitura que nos represente para deixarmos de ser apenas um rosto numa propaganda de refrigerantes e um rosto irreal, que não é a nossa cara. A cara da diversidade.
    Queremos toda a nossa plenitude com liberdade, em paz e em segurança.

    Angela Meyer foi presidenta da União Paulista dos Estudantes Secundaristas e liderou as ocupações de escolas contgra a reorganização do governador Alckmin. É dirigente da União da Juventude Socialista.

    Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor.

  • Mais de 3 mil estudantes e docentes tomaram as ruas do centro da capital paranaense, Curitiba, neste domingo (9) contra a reforma do ensino médio (medida provisória 746/16) e as mudanças na legislação estadual propostas pelo governador Beto Richa (PSDB) (saiba mais aqui).

    “Os Trabalhadores e trabalhadoras da educação pública do estado saíram às ruas em apoio aos estudantes que já ocupam escolas contra essa reforma autoritária e elitistas do ensino médio”, dia Francisco Manoel de Assis França, o Professor Kico, da CTB-PR Educação.

    Camila Lanes convoca estudantes a ocuparem as escolas para defender a educação 

    A presidenta da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Camila Lanes explica que a juventude se mobiliza em todo o país até “a MP 746 (reforma do ensino médio) ser retirada de pauta e a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 241 engavetada definitivamente”.

    A União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (Upes) repudia também “as declarações do governador Beto Richa que desqualificam a luta dos estudantes e busca deslegitimar as ocupações, desconhecendo que as ocupações são uma reação à forma com a educação é tratada” pelo poder público.

    Manifestação dos secundaristas paranaenses no domingo em Curitiba  

    Lanes define os dois projetos do governo golpista como ataques aos direitos das filhas e filhos da classe trabalhadora. “Somos contra a MP 746 porque queremos participar das discussões sobre o nosso futuro e não queremos aprender somente a somar, subtrair e apertar botões. Queremos viver, amar e participar das decisões sobre o nosso país”.

    Por isso, diz ela, as mobilizações dos estudantes estão apenas no começo. “A tendência é crescer e passarmos de 150 escolas ocupadas em todo o país já neste fim de semana”. Até o momento já são 94 escolas ocupadas em alguns estados.

    A estudante Suany Scrassacata afirma ao G1 ser contra a retirada de sociologia, filosofia, artes e educação física do currículo escolar. “A gente está sofrendo um retrocesso. Tem escola pública fechada, por falta de estruturação. Nisso, ninguém trabalha, ninguém vê. Eles querem impor a escola sem partido, sem ao menos arrumar as nossas escolas. A estrutura das nossas escolas está caindo aos pedaços”.

    Já o professor Kico conta que os docentes, além de apoiarem essas bandeiras da juventude em defesa de uma educação pública inclusiva, estão contra o projeto do Executivo paranaense que corta verbas e salários dos servidores (leia mais aqui).

    Lanes conta ao Portal CTB que há escolas ocupadas no Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso. E crescendo porque a “PEC 241 é o principal mecanismo dos golpistas para acabar com os sonhos de uma geração inteira”.

    Tropa de choque ameaça jovens em São Paulo 

    Cercados pela tropa de choque da Polícia Militar do governador Geraldo Alckmin, também do PSDB, os estudantes que ocupavam a Escola Estadual Caetano de Campos decidiram desocupar na noite do sábado (8).
    Mas “continuaremos firmes na mobilização para a resistência ao desmonte da educação pública”, afirma Emerson Santos, o Catatau, presidente da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (Upes).

    E para piorar, os universitários paulistas prometem manifestação em São Paulo nesta terça-feira (11) porque o Ministério da Educação não está horando o compromisso com as universidades referente ao programa Financiamento Estudantil (Fies). A presidenta da União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE-SP), Flávia Oliveira, disse à jornalistas Laís Gouveia que a situação preocupa. “Desde que Temer assumiu, a transferência não é feita para as universidades, e tem muitas delas que sobrevivem com 97% da sua arrecadação através do Fies, ou seja, se não há o pagamento, muitas instituições de ensino superior fecharão as portas. Na PUC São Paulo, por exemplo, o governo deve R$ 8 milhões em repasses e a reitoria transfere esse problema para os estudantes bolsistas, alegando que, se não houver o pagamento, os beneficiários terão que pagar suas mensalidades por conta própria”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • A festa tomará conta da estação Trianon Masp do metrô, na avenida paulista, neste domingo (5), a partir das 15h, e promete muita irreverência e reflexão para entender a conjuntura sem perder a alegria.

    O Arrastão reúne mais de 30 blocos de carnaval da capital paulista que saíram às ruas pela primeira vez em 16 de abril para defender a democracia e protestar contra o impeachment.

    O Ensaio Aberto deste domingo promete ser um esquenta para o arrastão que será promovido no sábado (11). “Desfilaremos e ocuparemos novamente as ruas da cidade de São Paulo num carnaval fora de época defendendo a liberdade, a alegria e a democracia”, dizem os organizadores.

    “Traga seu instrumento, sua voz, seu corpo e venha brincar com a gente, se preparando para o desfile junino do Arrastão dos Blocos”, convidam.

    Acompanhe pela página do Arrastão no Facebook aqui

    Ouça o Arrastão dos Blocos 

    Portal CTB

  • A Furacão 2000, maior promotora de bailes funks do país, promete ocupar e sacudir a orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, neste domingo (17) para acompanhar a votação do  impeachment e barrar esse golpe na jovem democracia brasileira. É a primeira vez que um baile funk de tamanhas proporções chega á zona sul da capital fluminense.

    Fundador da Furacão 2000, Rômulo Costa idealizou a manifestação e explicou que a sua expectativa é levar mais de 100 mil pessoas na orla. Para isso, conta com a presença maciça dos moradores de comunidades próximas, como Rocinha, Vidigal, Pavão Pavãozinho e Cantagalo.

    O funkeiro criticou o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. “Temos um presidente ilegítimo para comandar o processo. O paraíso fiscal do Cunha, no Rio, é a Assembleia de Deus”, acusa Costa, que, apesar de evangélico e frequentador da Igreja Universal, tece fortes críticas ao modo como as igrejas são conduzidas, com isenção de impostos. “E os evangélicos de Brasília não me representam”.

    Costa também rechaçou as críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e destacou as conquistas do governo do petista. “Ele tinha que morar em um prédio de dez andares na Vieira Souto, por tudo o que já fez pelo país”, disse.

    Largo da Batata ocupado em SP

    Em defesa da democracia, desde o domingo (10), artistas e representantes de movimentos sociais estão acampados no Largo da Batata, zona oeste, da capital paulista. Tem atração para todos os gostos. Acompanhe abaixo:

    Hoje (13)

    14h - Erickson (Apresentação + Oficina de circo) / Democracia e sociedade autoritária (Marilena Chauí e Maria Rita Kehl)
    14h15 - Multisambofônico (circo/música)
    15h - Tica Lemos (Oficina de dança + Performance)
    16h - Oficina Clube do Bordado / Comitês universidades / Filme + debate - Tatuagem - Dir. Hilton Lacerda
    17h - Lucas Weglinski
    17h40 - Leitura do Manifesto
    18h - Da Lua (Nação Zumbi)
    19h - Rafael Castro / Resistência! Contra o golpe e por novas saídas (Guilherme Boulos, Leonardo Sakamoto, Juca Kfouri e Anelis Assumpção)
    20h - Andre Whoong
    20h40 - KL JAY DJ Set
    21h - DJ Craca + Dani Nega
    22h – Rashid

    Quinta-feira (14)

    12h - Felipe Antunes
    13h - Meno Del Picchia
    14h - Guilherme Kastrup
    15h - Rincon Sapiência
    16h - Chico Salem / Filme + debate - Verdade 12.528 - Dir. Paula Sacchetta
    16h40 - Virada de palco - Baque e Atitute/ Maracatu no solo
    17h - Tiê
    17h40 - Leitura do Manifesto / Virada de palco - Baque e Atitute/ Maracatu no solo
    18h - Guizado
    18h40 - EU EM TI | Sandro Borelli com a Cia Carne Agonizante (dança) com trilha
    19h - Anelis Assumpção
    20h - Lira
    21h - Tulipa Ruiz
    21h40 - Fuzarca Feminista
    22h - BNegão Trio
    23h - Bixiga 70

    Sexta-feira (15)

    14h - Luis Ferron e Dani Dini (dança)
    15h - Sandra Miyazawa | performance
    16h - Ensaio Aberto - Penélope Cia de Teatro / Filme O rap do pequeno príncipe contra as almas sebosas - Dir. Paulo Caldas
    17h - Vivendo do Ocio GRUA (Gentleman de Rua) Cia J.Garcia (dança)
    17h40 - Leitura do Manifesto / Tata Aeroplano DJ SET
    18h - Naná Rizinni
    19h - Aeromoças e Tenistas Russas
    20h - Renascentes / Sérgio Vaz + Binho
    21h - Tape & Scandurra (EST)
    22h – Jaloo

    Sábado (16)

    10h - Isadora Canto - Oficina
    11h - Isadora Canto - Oficina / Cultura e novas narrativas democráticas (Márcia Tiburi, Leticia Sabatella, Tata Amaral)
    13h - MC Soffia (15min)
    15h - Thiago Samba
    16h - Filme + Debate Hoje eu quero voltar sozinho - Dir. Daniel Ribeiro/ Samba de Roda | Rodrigo Campos, kastrup, Jorge Chamon, Da Lua, Roseno, Kiko Dinucci + meninas Ilú Obá de Min
    17h - Maglore
    17h40 - Leitura do Manifesto
    18h - Mauricio Pereira
    18h40 - Bárbara Eugênia DJ Set
    19h - Nobrega
    20h - Black Alien
    22h - Felipe Cordeiro
    23h - Peixe Elétrico

    Portal CTB com informações do jornal O Dia e Catraca Livre

  • Nesta quinta-feira (21), o tucano Bruno Covas abrandou a conduta intransigente e, finalmente, resolveu receber os líderes dos servidores públicos municipais, em greve desde o dia 4 de fevereiro, para dialogar sobre as reivindicações da categoria. Foi um passo na direção de uma solução negociada para o conflito, mas o impasse continua e a paralisação também.

    Em nota, o Fórum Sindical dos Servidores Municipais salienta que foram necessários “17 dias de greve e manifestações, com mais de 100 mil que tomaram as principais ruas da cidade, para o prefeito deixar a postura intransigente e receber as representações sindicais que compõem o Fórum das Entidades Sindicais de Servidores.

    “Participaram da reunião o prefeito Bruno Covas e os secretários de Governo, Casa Civil, Justiça e Comunicação Social. As reivindicações aprovadas em assembleia unificada, realizada em 04/02/2019, que também convocou a greve, foram reiteradas pela coordenadora do Fórum. Foi unânime o protesto e repúdio dos presidentes dos sindicatos às intimidações, coações, desrespeito ao direito de greve e apontamentos de faltas injustificadas.

    “Ainda foi registrada e explicitada a posição dos servidores contra a proposta de reforma da Previdência apresentada por Bolsonaro, que agrava os danos causados pela Lei nº 17.020/2018 - Sampaprev.”

    "Após ouvir as entidades e os secretários de governo, o prefeito Bruno Covas disse que atendeu o Fórum em reunião para abrir diálogo e buscar solução. Marcou nova reunião para ser realizada amanhã, 22/02, às 8 horas, para apresentação da resposta do governo às reivindicações dos servidores".

    A GREVE CONTINUA

    "A reunião só foi realizada após muita luta e greve. Mas, não temos nada conquistado até agora. Então, a luta e a greve continuam.

    "Todos à assembleia unificada – sexta-feira, 22/02, em frente à Prefeitura.

    A decisão quanto à proposta do governo e aos nossos encaminhamentos sempre é e será da assembleia unificada”, conclui o comunicado do Fórum.

  • Viraliza na internet um vídeo onde o candidato à prefeitura de São Paulo Celso Russomanno (PRB) humilha funcionária de um supermercado. Ele pega um pacote de papel higiênico e diz que quer comprar um rolo apenas, e faz a mesma coisa com caixas de fósforos, e tenta obrigar a funcionária a aceitar a sua compra.

    Chega inclusive a ameaçar de chamar a polícia para prender a trabalhadora porque ela argumenta não ter autoridade para fazer o que ele está mandando, em tom extremamente autoritário.

    “Essa atitude mostra quem é Russomanno, que agride pobre e trabalhador, mas não faz nada contra os poderosos”, diz Gicélia Bitencourt, secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em São Paulo (CTB-SP).

    “O candidato mostra total despreparo para administrar a maior cidade da América do Sul”, diz ela. Porque “é fácil humilhar uma menina que precisa do emprego e não pode fazer nada. Quero ver enfrentar os tubarões do capital, que só pensam em lucros”. Inclusive, argumenta Bitencourt, “ela pode mover ação judicial contra ele”.

    Para Russomanno vale a frase do jornalista, chargista e dramaturgo Millôr Fernandes (1923-2012), dizendo que “quem se curva diante dos opressores mostra o traseiro para os oprimidos”. Pegou muito mal candidato.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

    Assista à grosseria hipócrita do candidato do PRB-SP  

  • No Dia Nacional de Luta, nesta sexta-feira (10), milhares de trabalhadoras e trabalhadores protestaram contra a reforma trabalhista que entra em vigor neste sábado, na Praça da Sé, centro de São Paulo. Estiveram presentes militantes de oito centrais sindicais e diversos movimentos sociais.

    “Estão impondo uma agenda ultraliberal no país que liquida com a CLT e rasga a Constituição”, afirma Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). “Estão promovendo um assalto deslavado ao país, entregando o pré-sal, as nossas maiores estatais e as riquezas nacionais”, complementa.

    Cerca de 500 educadoras e educadores interromperam o 13º Congresso do Sedin (Sindicato dos Educadores da Infância) e compareceram à Praça da Sé para exigir a revogação da reforma trabalhista e da terceirização ilimitada e o arquivamento da reforma da previdência.

    Adilson Araújo repudia o jornal O Estado de S. Paulo que chamou os sindicalistas de preguiçosos, assista: 

    “Deixamos o nosso Congresso porque é fundamental estarmos nas ruas com toda a classe trabalhadora para barrar tantos retrocessos”, diz Claudete Alves, presidenta do Sedin. Ela explica que “a educação está sofrendo um dos maiores ataques da história com cortes de verbas, desvalorização profissional e propostas de censura ao trabalho docente”.

    Araújo destaca a unidade das centrais sindicais e dos movimentos sociais. “A chave da vitória está na unidade da classe trabalhadora para impedir que o capital continue tirando mais direitos de quem produz a riqueza do país”.

    Por volta das 11h, as educadoras e educadores retornaram para o seu Congresso, mas o ato continuou na praça. Com grande participação da CTB foi iniciada uma marcha até a avenida Paulista e encerramento do protesto no histórico vão do Masp.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy. Foto: Joanne Mota

  • Entre as comemorações dos 30 anos do programa Roda Viva, da TV Cultura, de São Paulo, estava a “entrevista” com o presidente golpista Michel Temer. Para entrevistá-lo no Palácio da Alvorada, em Brasília, foi escolhido um time da mais fina flor do jornalismo serviçal.

    O Roda Viva convidou para entrevistar Temer, Willian Corrêa, diretor de jornalismo da TV Cultura, João Caminoto, diretor de jornalismo do Grupo Estado, Sérgio Dávila, editor executivo da Folha de S.Paulo, Eliane Cantanhêde, colunista de O Estado de S. Paulo e Ricardo Noblat, colunista de O Globo.

    Não deu outra. Com esse renomado time o que deveria ser uma entrevista para esclarecer a opinião pública virou peça de propaganda para Temer. Fui tudo tão escancarado que o compositor e escritor Chico Buarque não aguentou e encaminhou uma notificação extrajudicial pedindo a retirada de sua música da trilha sonora do programa.

    Roda Viva (Chico Buarque) 

    Apesar de a direção da emissora afirmar que a retirada da canção Roda Viva não diz respeito ao pedido do autor da música e da peça homônima, de 1967, o artista falou aos Jornalistas Livres sobre o assunto e divulgou a notificação, assinada por seu advogado.

    “A Lei 9.610/98, também conhecida como Lei de Direitos Autorais, determina, no seu artigo 22, que ‘Pertence ao autor os direitos morais e patrimoniais sobre a obra que criou’. Reconhece a melhor doutrina que ao autor a lei reserva prerrogativas de natureza patrimonial ou econômicas e moral. As prerrogativas morais, também conhecidas por direitos morais do autor, integram a categoria dos direitos da personalidade”, diz trecho da notificação (leia a íntegra aqui).

    Inclusive circula pelo site Avaaz uma petição pedindo a retirada da música do programa. “Ao romper descaradamente com a democracia e o compromisso com a informação, assumindo o papel de agência de publicidade, o programa não merece mais carregar como nome de batismo o título, e como música de abertura a ilustre canção de um artista que jamais virou as costas para a democracia e os interesses do povo brasileiro: Chico Buarque”, diz trecho do abaixo-assinado (assine aqui).

    Com toda essa polêmica vazou nas redes sociais a nova trilha sonora do ex-programa de jornalismo, que está no ar na emissora pública do estado de São Paulo desde 1986. Ouça abaixo a nova música, muito mais afeita ao caráter do programa apresentado por Augusto Nunes.

    Nova trilha sonora do programa da TV Cultura (Amigos do peito, música do grupo infantil Balão Mágico) 

    A música e a peça Roda Viva foram escritas no conturbado ano de 1967 e viraram uma guinada na carreira de Chico Buarque. Em um ensaio da peça dirigida por José Celso Martinez Correa, o elenco viu o teatro ser invadido por extremistas fascistas do Comando de Caça aos Comunistas para surrá-los. A música e a peça certamente não combinam com a maneira como está sendo conduzido o programa homônimo.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy. Foto: Rio News

  • “Reivindicações dos estudantes e questões educacionais não podem ser tratadas como caso de polícia”, afirmou o advogado Ariel de Castro Alves, do Conselho Estadual de Direitos Humanos

    O advogado e conselheiro do Conselho Estadual de Direitos Humanos (Condepe), Ariel de Castro Alves, informa através de nota, nesta sexta-feira (5), que a Ouvidoria de Polícia do Estado de São Paulo já encaminhou para a Corregedoria da PM as imagens de agressões cometidas por policiais contra estudantes na Escola Estadual Frederico Brotero, em Guarulhos.

    Ao receber nesta quinta-feira as imagens, Ariel encaminhou ao Ouvidor de Polícia Benedito Mariano, que já informou que as imagens estão sendo analisadas pela Corregedoria Geral da PM. “Os policiais militares podem respondem pelo crime de abuso de autoridade, previsto na lei 4898 de 1965” afirmou.

    Ariel disse ainda que “os PMs também podem ser punidos pelo crime de submeter crianças e adolescentes a constrangimento, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente. Reivindicações dos estudantes e questões educacionais não podem ser tratadas como caso de polícia”, encerrou.

    Usando uma arma de cano longo, parecido com uma espingarda calibre 12, o policial empurra uma aluna da escola, que participava de uma manifestação. O caso aconteceu nesta quinta-feira (4).

     

    Cominformações de revistaforum.com.br

  • Neste domingo (24), pela manhã, ocorreu o Piquenique pela Democracia na avenida Paulista, em São Paulo, e à tarde, uma verdadeira multidão tomou a Paulista para gritar mais uma vez contra o golpe. O ato começou no vão do Masp.

    Os manifestantes mais uma vez dizem "Fica Querida", para a presidenta Dilma. De acordo com os manifestantes, ninguém vai ficar parado vendo Temer e Cunha tomarem o poder sem disputar a eleição em 2018, como manda a Constituição.

    A proposta é intensificar as manifestações que começaram a acontecer, espontaneamente, em todo o país, após a fatídica votação no domingo (17), na Câmara dos Deputados.

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    A norte-americana CNN também denuncia o golpe dos sem voto no Brasil. Assista!

    O músico Evandro Fióti disse que o país "precisa dessa chacoalhada para ter noção das conquistas" e que a luta é para manter os avanços e dizer não ao retrocesso. "A gente viu depois de domingo que não tem como não se posicionar contra um congresso medieval que não nos representa, e o mais triste é saber que essas pessoas comandam o país. Depois de domingo acho que todos devem assumir a sua responsabilide e lutar como nossos pais lutaram na década de 1970 e 1980. É importante conversarmos com nossos pais, amigos, colegas de trabalho e esclarecê-los, porque a mídia mais uma vez está colocando o povo contra o povo".

    Rio de Janeiro

    Também ocorreu escracho em frente à casa do deputado Jair Bolsonaro, na avenida Lucio Costa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.  A proposta da juventude é não dar arrego aos golpistas até que aprendam a respeitar as urnas e o povo brasileiro.

    Campinas

    Um grupo de jovens reuniu-se na manhã deste domingo (24) em frente a casa do deputado Carlos Sampaio, em Campinas, interior de São Paulo. Sampaio é um dos maiores articuladores da ala tucana pelo golpe de Estado tramado pela direita, comandada pela família Marinho, dona da Rede Globo e por grupos econômicos estrangeiros.

    Portal CTB com Redação da Tal, Jornalistas Livres e Mídia Ninja

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) presente no grande ato do 1º de Maio, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, com Lula e Dilma para fazer este Dia do Trabalhador o maior da história do Brasil.

    Trabalhadores e trabalhadoras contra o golpe de Estado em marcha para devolver o poder à direita entreguista, antinacional e antipopular. Em todo o país, a CTB leva sua brava militância para as ruas em defesa da democracia.

    1º de maio 2016 anhangabau ctb

    A hora é essa. Às ruas para mostrar que o Brasil não é uma “república de bananas”. Se a classe trabalhadora não tomar as ruas para defender suas conquistas e a democracia, a coisa pode ficar muito pior.

    A CTB se mantém firme na luta e defende a unidade de todas as forças democráticas e populares do país para construir uma frente ampla contra o golpe e para fazer o Brasil avançar rumo ao país dos sonhos e do futuro com liberdade, justiça e igualdade. #CTBALutaÉPraValer.

    1º de maio 2016 anhangabau ctb 1

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy - Fotos: Joanne Mota

  • Nota de repúdio

    A CTB Educação - Apeoesp condena a violência exarcebada cometida pela Polícia Militar (PM) contra estudantes secundaristas de uma escola pública de Guarulhos. É inconcebível que um policial aponte arma para uma jovem porque ela partricipava da manifestação.

    A CTB Educação - Apeoesp exige a imediata apuração dos fatos e a punição de todos os responsáveis, inclusive uma avaliação pela Secretaria Estadual de Educação sobre a conduta do diretor da Escola Estadual Frederico de Barros Botelho que chamou a polícia para reprimnir a manifestação pacífica.

    O referido diretor fechou o portão de entrada da escola, impedindo os estudantes de entrarem para a segunda aula. O fato aconteceu nesta quinta-feira (4), por volta das 18h, e a manifestação foi imediata e espontânea contra essa arbitrariedade.

    Os estudantes do curso noturno iniciaram um protesto porque o diretor da escola fechou os portões impedindo-os de entrar para a segunda aula. Em seguida, o diretor chamou a polícia militar.

    Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o policial apontando seu fuzil para o peito de uma jovem, empurrando-a por duas vezes.

     

     

     

  • No início do mês, uma comissão tripartite (classe trabalhadora, empresários e governo) compareceu à audiência no Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir à ministra Rosa Weber o adiamento da votação da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2441, pedida pelo governo de São Paulo, contra a política fiscal do governo goiano.

    “O Brasil tem um desenvolvimento muito desigual, por isso, estados como Goiás precisam criar condições propícias para o desenvolvimento industrial”, diz Oliveira sobre a disputa entre os estados para que indústrias se estabeleçam em seu território.

    De acordo com Ailma Maria de Oliveira, presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Goiás (CTB-GO), única mulher presente na comissão, o STF aceitou adiar a votação da ADI.

    “Nós conversamos inclusive com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin com os ministros do STF porque há um projeto de lei tramitando na Câmara dos Deputados para resolver essas questões de guerra fiscal”, afirma.

    “A ministra aceitou o adiamento porque os dois estados entraram em acordo esperando a votação de projeto de lei na Câmara dos Deputados para regulamentar essa questão tributária que provoca conflito entre os estados”.

    De acordo com a professora sindicalista, os incentivos fiscais promovidos pelo governo de Goiás ajudaram o estado “a industrializar-se e obter um bom índice de crescimento nos últimos anos”.

    Oliveira representa a classe trabalhadora nessa comissão que tem representante da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) e do governador Marconi Perillo. “A nossa luta é para manter as indústrias estabelecidas em Goiás e impedir o fechamento de 500 mil postos de trabalho”.

    Portal CTB

  • Mais de 10.000 trabalhadoras e trabalhadores da rede pública municipal de São Paulo resolveram encerrar a greve na sexta-feira (31), em assembleia na Praça do Patriarca, próxima à sede da prefeitura.

    A paralisação começou juntamente com a Greve Geral Nacional da Educação, liderada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), no dia 15 de março. “Conseguimos mostrar que a categoria está unida e forte”, diz Teresinha Chiappim (Teca), da CTB Educação-SP.

    A Assembleia teve início às 15h, sendo que logo em seguida uma comissão foi recebida pela administração municipal para mais uma rodada de negociação. Com as propostas acertadas, a maioria votou pelo retorno ao trabalho.

    professores sampa assembleia 31m teca

    Teca defende mobilização contra as reformas propostas pelo governo Temer e firmeza nas negociações com o prefeito

    “Mas continuamos mobilizados para que as negociações possam ocorrer e os pontos acordados sejam todos respeitados e nossas conquistas ampliadas”, afirma Francisco Livino de Noronha Neto, da CTB Educação-SP.

    Teca reforça esse posicionamento, pois “não ficou definido nenhum índice de reajuste salarial”. Para ela, a administração municipal se dispôs a debater pontos importantes para a categoria, mas “precisamos estar muito atentos e não nos dispersar”.

    A assembleia decidiu também a ampla participação do magistério paulistano na greve geral do dia 28 de abril. "Nós vamos parar o Brasil para barrar todos esses retrocessos dos golpistas", garante Teca.

    Propostas:

    - Prefeito não retira o Sampaprev da Câmara dos Vereadores, embora garanta não ter interesse em sua aprovação.
    - Promessa de discutir com os sindicatos, as questões relativas à previdência.
    - Retomada dos programas de atenção à saúde e promessa de que o Hospital do Servidor Municipal atenda somente servidores.
    - Formação de Grupos de Trabalho na mesa setorial de educação sobre saúde dos profissionais, segurança e combate à violência nas escolas.
    - Promessa de que a administração não pretende terceirizar a educação
    - Reunião dos Representantes de Escola.
    - Reposição dos 16 dias de greve. Pagamento assegurado.
    - Criação de Grupo de Trabalho para analisar a situação dos equipamentos de Educação Infantil.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy (texto e fotos)

  • A sexta-feira, 22 de março, Dia Nacional de Luta contra a reforma da Previdência do governo Bolsonaro, superou as expectativas dos organizadores e foi marcada por manifestações de massa em todo o país. São Paulo madrugou agitada por uma paralisação relâmpago dos ônibus na capital e manifestações em dezenas de cidades, com destaque para o ABC paulista. Em São Bernardo sindicalistas e trabalhadores realizaram uma passeata pela manhã, com concentração diante da Ford para protestar contra a direção da empresa, que anunciou o fechamento da fábrica na cidade, o que significa a destruição de 3 mil postos de trabalho diretos e milhares de outros indiretos. 

     

    Os presidentes das centrais reiteraram a decisão de dar continuidade à luta em defesa da Previdência Pública e das aposentadorias, ameaçadas pelo projeto encaminhado por Bolsonaro ao Congresso, cujo maior objetivo é a privatização do sistema previdenciário, uma ambição dos banqueiros.

      

    “Vamos continuar mobilizando e vamos construir as condições para deflagração de uma greve geral”, declarou Adilson Araújo, presidente da CTB. “Estou convencido de que podemos e vamos sair vitoriosos desta grande batalha. Derrotamos o propósito de Michel Temer neste sentido e agora repetiremos a dose com a proposta do Bolsonaro e Paulo Guedes, que é ainda mais perniciosa para a classe trabalhadora”.

    O Dia de Luta, convocado unitariamente pelas centrais sindicais e considerado exitoso, contou com paralisações de motoristas, professores e outras categorias. Em São Paulo, foi encerrado no início da noite com um ato político que reuniu mais de 60 mil pessoas na Avenida Paulista. Manifestações de protestos, incluindo paralisações, foram promovidas em todas as capitais do país e em cerca de 130 cidades.

  • A Folha de S.Paulo traz uma notícia inusitada. O prefeito da capital paulista, João Doria Junior (PSDB) faz das ruas da cidade, pista de corrida. Ele teve a Carteira Nacional de Habilitação suspensa entre 31 de janeiro e 12 de março por muitas multas, a maioria por excesso de velocidade.

    Talvez por isso, já em sua campanha ele tenha prometido aumentar o limite de velocidade pelas ruas da maior metrópole brasileira. “É um retrocesso que estejamos indo contra um movimento global para segurança viária e que voltemos atrás a uma medida que poderia prevenir a fatalidade em muitos acidentes”, diz Mariana Lorencinho, da ONG Criança Segura, para site Vai de Bike.

    O temor de Lorencinho vai se confirmando com o crescimento dos acidentes de trânsito na cidade, muitos fatais. De acordo com o Infosiga, órgão do governo do estado, em março a cidade teve 87 acidentes com mortes, sendo 43 pedestres que foram atropelados.

    O mesmo órgão informa que esse índice vem crescendo mês a mês. Depois de a velocidade máxima permitida passar dos 50 km horários em todas as vias para 60 km, 70 km e 90 km nas marginais Tietê e Pinheiros, em janeiro foram 60 mortos no trânsito, em fevereiro, 74 e em março, 87.

    Somente no primeiro trimestre deste ano 221 pessoas morreram em acidentes de trânsito. Por isso, “sugerimos que o limite de velocidade em vias urbanas seja de 50 km/h e em vias que estejam em áreas escolares a velocidade máxima seja de 30km/h”, afirma Lorencinho.

    Especialistas informam que esse limite de velocidade é adotado nas maiores cidades europeias e até nos Estados Unidos.

    acidentes fatais sao paulo info g1

    Ciclovias

    O atual prefeito começa também a retirar os 400 km de ciclofaixas implantados pela gestão anterior. “Trecho a trecho, a infraestrutura cicloviária da capital paulista dá sinais de estar sendo desmontada. Aos poucos, em pequenos pedaços, sem muito alarde”, denuncia o Vai de Bike.

    Com a implantação dos 400 km de ciclofaixas, os acidentes com ciclistas diminuíram 46,4% em 2015, na gestão do ex-prefeito Fernando Haddad (PT). Já Doria pretende acabar com as faixas exclusivas e criar ciclorrotas, tirando a separação das bicicletas dos carros, caminhões, ônibus e motos.

    Tanto que em abril deste ano, uma ciclista entregou flores para Doria. "Esta flor é em homenagem aos mortos nas marginais", disse ela. Com a recusa do prefeito em receber o presente, a ciclista colocou as flores no painel do carro e Doria as atirou no chão.

    Já o diretor da ONG Ciclocidade Daniel Guth, disse à Rede Brasil Atual que o fim das ciclofaixas são “preocupantes, porque mais uma vez mostram a falta de governabilidade e a falta de diretrizes para a política cicloviária dessa gestão”.

    A ciclista Salvia Cardoso Correia, de Recife, presta sua solidariedade aos paulistanos. “Solidária e consciente da importância de impedir essa insanidade de desmonte dos avanços obtidos com as nossas ciclovias”, afirma.

    Enquanto Valdir Alves da Silva conta que viajou a Santiago do Chile e ficou “maravilhado com a malha de ciclovias e ciclofaixas da cidade”. Por isso, o ciclista afirma que “o que ele (Doria) quer fazer em São Paulo é andar para trás”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy. Foto: Bruno Trentin/TV Gazeta

  • Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) do município de São Paulo, denuncia que na gestão do prefeito João Doria (PSDB) a educação infantil virou um “balcão de negócios políticos”.

    Em primeiro lugar porque a administração municipal afirma que “nunca houve uma expansão tão grande da rede e vários Centros de Educação Infantil (CEIs) tiveram que adiar o início das aulas por estarem em reforma ou construção”, diz.

    Inclusive, afirma a sindicalista, o Sedin protocolou ação junto ao Tribunal de Contas do Município e ao Ministério Público do Estado de São Paulo contra a Portaria 9145/2017, do Executivo.

    Para ela, essa portaria aumenta a possibilidade de contratação de entidades particulares para atender as crianças. “Acontece que nem sempre essas entidades reúnem condições adequadas para estar com as nossas crianças”, argumenta.

    As creches conveniadas – como são conhecidas popularmente -, segundo Alves, “foram transformadas em negociação política com parlamentares. Segundo a administração sai mais barato,como se as crianças não mercessem os melhores cuidados".

    Ela explica que é o dinheiro público que está sendo usado para pagar a prestação de serviço dessas entidades, muitas delas ligadas com políticos. Para piorar, foram criados os polos de atendimento às crianças nas férias de janeiro.

    “O problema consiste em que os polos prestaram atendimentos na rede direta. Então as conveniadas deverão ressarcir os cofres públicos porque não trabalharam em janeiro. Não é justo receberem sem trabalhar”. De acordo com Alves, a prefeitura paga pelos “12 meses do ano”.

    Outra questão importante se refere às férias das profissionais que trabalharam em janeiro. “Essas trabalhadoras deverão sair de férias no transcorrer do processo e são as crianças que perdem".

    Ela reclama também do Projeto de Lei 621/2016, que trata da previdência suplementar dos servidores municipais. “Estamos nos organizando para combater esse PL que vai onerar as trabalhadoras ativas e inativas com aumento na contribuição para a Previdência”.

    A sindicalista conta que o Sedin está discutindo uma contraproposta que não onere os bolsos das servidoras e servidores. “Vamos sugerir, que por um período, a administração diminua o repasse da receita para a Câmara dos Vereadores”. Hoje a prefeitura repassa 6% do que arrecada e o Sedin vai sugerir que repasse 5%, até o problema ser solucionado.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • A vice-prefeita Nádia Campeão, do PCdoB, assumiu nesta sexta-feira (3) a Secretaria Municipal de Educação, em São Paulo, em substituição a Gabriel Chalita, do PDT. “Com isso o prefeito Haddad dá sinalização importante de que os investimentos em educação não serão cortados, como está fazendo o governo golpista”, explica Teresinha Chiappim, a Têca, dirigente do Sindicato dos Profissionais em Educação do Município de São Paulo.

    “Temos uma concepção de educação pública, gratuita, de qualidade social, inclusiva e democrática. Defendemos combater as desigualdades neste país e nesta cidade com a garantia do acesso à educação”, se compromete Nádia.

    Responsável por quase um milhão de estudantes, ela garante que vai continuar o trabalho da administração municipal em defesa de uma educação democrática e de qualidade.

    “A educação é reveladora de potencialidades. Então nós temos que garantir o acesso, da creche à universidade, para todos em todo território da cidade. Esta é a nossa obsessão: não deixar ninguém para trás”, afirma o prefeito Haddad.

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    Já Têca acredita que ter “Nádia Campeão na Educação é a garantia de mais avanços nessa área estratégica para o desenvolvimento de qualquer cidade, ainda mais de uma metrópole como São Paulo e de qualquer país que queira ter desenvolvimento autônomo e livre”.

    Em sua despedida, Chalita agradeceu a rede municipal pela colaboração na construção das políticas públicas. “Todos os projetos nasceram da construção coletiva com a rede, do respeito a cada professor, a quem está no chão da escola. A sala de aula é um espaço sagrado”, disse o ex-secretário.

    “A educação municipal ganha com Nádia. Ela representa um forte compromisso com as causas do povo, é defensora dos serviços públicos, em especial da educação pública. Reúne experiência e competência administrativa”, defende Francisca Seixas, diretora da Apeoesp (sindicato dos professores da rede estadual de ensino público paulista).

    Têca acredita que, “essa escolha se contrapõe ao que está acontecendo no cenário nacional, onde o ministro da Educação recebe Alexandre Frota, um ator pornô, como conselheiro da educação e promete acabar com a escola pública, pondo fim ao sonho dos mais pobres estudarem, assim como no estado, onde há o escândalo da merenda e salas superlotadas e ensino de péssima qualidade”.

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy

  • Com ampla adesão, a greve continua e as servidoras e os servidores públicos de São Paulo marcham nesta sexta-feira (23), da avenida Paulista para a Câmara Municipal, contra o Projeto de Lei (PL) 621/16 (Sampaprev), que muda a previdência municipal, aumentando o desconto no salário de 11% para até 19%.

    A próxima assembleia acontece na terça-feira (27), às 14h, em frente á Câmara Municipal (Palácio Anchieta, no Viaduto Jacareí, 100, na Bela Vista). “A paralisação está forte e com apoio da população”, diz Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo.

    Ela conta ainda que “as pessoas entenderam que estamos em greve e nos manifestando nas ruas pela melhoria do serviço público e em defesa de uma aposentadoria decente”.

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    Marcha segue pela avenida Consolação rumo à Câmara Municipal (Foto: Mídia Ninja)

    Até o Tribunal de Contas do Município (TCM) questiona a reforma da previdência proposta pelo prefeito João Doria (PSDB). De acordo com informações do G1, “o TCM afirma que a Prefeitura não justificou a necessidade do aumento da alíquota para diminuir o rombo da previdência. Disse ainda que a reforma vai agravar as perdas salariais dos servidores”.

    Para o TCM, a criação da alíquota suplementar ao desconto da previdência das servidoras e servidores “é inconstitucional e pode ser interpretada como ‘confisco’”, diz a reportagem do G1.

    “Nenhum direito a menos, nenhum desconto a mais” é a palavra de ordem do Sedin. “Não sairemos das ruas até o PL 621 ser arquivado”, reforça Alves. “Até lá, não tem arrego”. Ela acentua que as servidoras e servidores querem “discutir propostas para melhorar a previdência municipal, em vez de aumentar os descontos salariais”.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB