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Ter, Jul

Prefeitura de Campinas

  • Terminou sem acordo a primeira reunião entre representantes do Sindicato dos Servidores de Campinas e a Prefeitura. ” Infelizmente não houve avanços, e a situação será debatida em assembleia ainda essa semana”, afirma Tadeu Cohen, presidente do STMC, entidade que representa quase 30 mil trabalhadores.

    A caategoria pede reajuste salarial de 12,20%, vale-alimentação de R$ 1.127,23 – lembrando que o valor atual do benefício é R$ 982,46. Também é reivindicado aumento do vale nutricional, de R$ 155.46, e os servidores querem pagamento do abono salarial.

    A Prefeitura de Campinas afirma que as aposentadorias consomem R$ 600 milhões ao ano e alega déficit de R$ 400 milhões do Camprev, órgão responsável pela administração do Regime Próprio de Previdência Social do município. Além disso, reclama que a tendência é de redução da arrecadação. Uma nova rodada está marcada para a próxima terça-feira (28), às 14h30, na prefeitura.

    Fonte: STMC

  • Decisão judicial do dia 13 de dezembro, concedida pelo Dr. Mauro Iuji Fukumoto, da 1° Vara da Fazenda Pública de Campinas, determina que o Hospital Samaritano suspenda imediatamente as cobranças referentes aos reajustes aplicados no período de 2014 a 2018, inclusive de dívidas passadas, impostos aos servidores públicos do município. 
     
    Uma grande vitória do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Campinas (STMC), a decisão beneficia aproximadamente 1500 trabalhadores e trabalhadoras.
     
    “Soubemos que diversas pessoas  precisaram  a ser hospitalizadas ao serem  surpreendidas com o recebimento dessas cobranças”, conta o advogado do STMC,  Dr. Ricardo Marreti. 
     
    A sentença determina  também o hospital Samaritano a dar continuidade ao atendimento de servidores afetados e/ou que tenham assinados referidos aditivos ou renovação contratual. Obriga ainda o hospital  a se abster de vincular eventuais renovações com o  plano  de saúde à assinaturas de confissão de dívida, cujo total  supera o valor de  1 milhão de reais. O hospital Samaritano tem o prazo de dez dias para a contestar e apelar da decisão.  
     
    O caso
     
    Firmado em 2009, o contrato entre a Prefeitura de Campinas e o Hospital Samaritano vigorou até 2014 sob o critério de reajustes regido  pela ANS (Agência Nacional de Saúde), e não pelas regras do mercado. No processo judicial, o Hospital Samaritano busca receber da prefeitura e dos servidores valores de reajustes acumulados daquele  período até 2018, quando resolveu cancelar o serviço, à revelia dos servidores que se mantinham usuários no plano de saúde.
     
    Confira abaixo o documento na íntegra:

     
     
    Fonte: SMTC