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Sex, Jul

CTB-RO

  • Sou da luta popular
    insurgente que a alma ao diabo não vendeu
    Convivo com gente a toa
    Assim como convivo com ateus
    Sou estudioso do marxismo
    Assim como leio as escrituras de Matheus.

    Não tenho religião
    Sou apaixonado pela religiosidade
    Admiro o religioso
    De espírito humanista que prega a sinceridade
    Que não tem ganância pela riqueza
    Que sua vida não é movida pela vaidade.

    Sou amante do ideal coletivo
    Do grito libertador que sai da multidão
    Das ideologias libertadoras
    Da teologia da libertação
    Dos princípios socialistas
    Do ideal de comunhão.

    Defendo à Reforma Agrária
    Sou do grito da terra
    Da agricultura familiar
    Da vida singela, do forro pé de serra.
    Planto a semente da paz
    Contra os mesquinhos que plantam a guerra.

    O lugar mais comunista do mundo
    É onde fica o cemitério
    Quando você morre que vai pra lá
    Não levaras nada, não tem nenhum mistério.
    Todo quanto for do ter do ser humano
    Não passa na porta, esse é o critério.

    A vida é bela, porém, é breve.
    A morte sempre lhe persegue
    Mas, a estrada é longa.
    As angustias não se entregue.
    Procure uma ideologia pra viver
    Antes que o diabo te carregue.

    A política não é o inferno
    É uma ciência social a procura de um todo ordenando
    É a ciência das relações humanas
    Tão velha quanto o pecado
    É nela que aprendemos
    Que o covarde tem que ser rechaçado e o adversário respeitado.

    Não tenho culpa por sua fraqueza de espírito
    O meu cordel é um gigante poderoso
    Ele é uma arma potente
    Pra destruir qualquer invejoso
    Não dedique seu tempo lendo o que eu escrevo,
    Por que o meu repente te deixa nervoso?

    O meu partido e eclético
    Tem muçulmanos, cristãos e judeus
    Idealistas, materialistas, agnósticos...
    Céticos, mãe, pai de santo e ateus.
    Agora, por favor não me rotule
    Sou comunista graças a Deus.

    Sou um revolucionário
    Movido por fortes sentimentos de amor
    Você e seu ódio fascista
    Não será capaz de impedir o nosso andor
    Porque ‘’a praça e do povo
    Assim como o céu e do condor’’.

    Para que servem as canetas?
    As canetas servem para escrever.
    Assim vou escrevendo
    Escrevendo até morrer.
    Quando a tinta de todas as canetas se acabarem
    Ai, não preciso mas viver

    Encontro com Deus:
    No sorriso alegre de uma criança
    No ideal revolucionário, na força da mulher guerreira...
    No libertário que nunca se cansa,
    Na noite que se vai...
    No dia que há por vir carregado de esperança.

    Francisco Batista Pantera é professor, jornalista, poeta e presidente da CTB-RO

  • Em reunião da Direção Estadual da CTB Rondônia realizada nesta quarta (16), a Central reafirmou apoio a Chapa 2 na eleições do Sindicato dos Servidores Públicos de Porto Velho (SindeProf).

    O Sindicato tem mais de 4 mil filiados todos aptos a votar e é composto por uma sede administrativa própria e um clube social considerado um dos melhores da capital.

    Ainda na reunião, a CTB-RO também aprovou a realização do Primeiro Encontro de Educação da CTB-RO, que acorrerá entre os dias 1 e 2 de junho, em Porto Velho.

     

    Leia íntegra da resolução:

     

     

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    CTB Rodônia

  • Fundada em 12 de dezembro de 2007 num congresso realizado em Belo Horizonte (MG) a CTB celebra nesta quarta-feira seu 11º aniversário.

    São 11 anos de luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora, por um projeto nacional de desenvolvimento fundado na democracia, na soberania e na valorização do trabalho e contra a ofensiva das forças conservadoras, o golpe de Estado disfarçado de impeachment e a agenda de restauração neoliberal imposta pelo governo ilegítimo presidido por Temer.

    Apesar das adversidades e dos ataques sofridos pela classe trabalhadora e o movimento sindical nos últimos anos, a trajetória da nossa central classista desde 2007 foi de contínuo crescimento e consolidação. Tendo inaugurado sua existência com cerca de 600 entidades sindicais na base, hoje a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil conta com mais de 1200, um crescimento de 100% no período

    O êxito político e organizativo se explica pela coerência na defesa de seus princípios e a participação ativa e incansável na linha de frente das batalhas de classes que se verificaram no período. Daí a credibilidade no movimento sindical e entre as forças progressistas da nossa sociedade.

    Defesa do socialismo

    O que diferencia a CTB é o compromisso inarredável com os interesses imediatos e futuros da classe que representa: a defesa do Direito do Trabalho, da valorização dos salários, redução da jornada, trabalho decente, a luta contra a exploração do trabalho análogo ao escravo e do chamado trabalho infantil, contra a exploração capitalista e por uma sociedade sem exploradores e explorados, a defesa do socialismo e de um projeto nacional de desenvolvimento com democracia, soberania e justiça social.

    Entre as realizações e conquistas da CTB, sempre em aliança com as demais centrais e os movimentos sociais, destaca-se a realização da 2ª Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), que reuniu mais de 30 mil sindicalistas das cinco maiores centrais sindicais do país no Pacaembu (SP) em 1º de junho de 2010 e aprovou a “Agenda da classe trabalhadora por um novo projeto nacional de desenvolvimento com democracia, soberania e valorização do trabalho”.

    Conclat

    A Conclat foi originalmente proposta pela CTB no congresso fundação. Nossa Central teve também relevante participação nas marchas da classe trabalhadora, nas Marchas das Margaridas, na luta pela reforma agrária e o fortalecimento da agricultura familiar, pela redução dos juros, em defesa das aposentadorias, contra a terceirização irrestrita e contra a reforma trabalhista de Michel Temer.

    No campo das relações internacionais, nossa Central teve destacada participação na Federação Sindical Mundial e organizou em São Paulo um Simpósio internacional e um Ato mundial anti-imperialista na comemoração dos 70 anos da FSM em 3 de outubro de 2015. A CTB também é uma das fundadoras e líder do Encontro Sindical Nossa América (Esna), que congrega sindicalistas de vários países latino-americanos e caribenhos.

    Os cetebistas estiveram na linha de frente da greve geral de 28 de abril de 2017 e não vacilaram em denunciar, desde o início, o golpe de 2016, alertando e mobilizando suas bases contra o processo de restauração neoliberal e consequente desmantelamento dos direitos trabalhistas e da seguridade social, enfatizando a defesa do SUS e da educação pública, laica e gratuita. A CTB integra o Fórum das Centrais e as Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo e celebra o seu 11º aniversário reiterando o compromisso de defender intransigentemente a causa dos trabalhadores e trabalhadoras, o desenvolvimento nacional soberano e o Socialismo, uma necessidade histórica que se transforma em imperativo do nosso tempo face à grave crise que abala o sistema capitalista internacional e que requer a construção de uma frente ampla de resistência para superá-la e evitar a barbárie.

    São Paulo, 12 de dezembro de 2018

    Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

  • Pense num imbecil
    Pensa ser um intelectual
    Metido a PHD
    Estudou e não entendeu o capital
    Jumento é pra comer capim
    No meio do matagal.

    É um intelectualóide
    Cita um professor jumento
    Tem grandes dificuldades
    Entender este documento
    O capital não é fácil
    É para as classes exploradas em sofrimento.

    Eu não sei onde você estudou
    Suas aulas de economia
    A exploração está
    No processo de mais-valia
    Quanto maior a produção
    O capitalista dela se apropria.

    Marx fundamentou seu pensamento econômico
    No pensamento da economia clássica inglesa
    Seu pensamento socialista
    Veio da utopia intelectual francesa
    Sua base filosófica
    No pensamento de Hegel, à esquerda com certeza.

    Intelectual alienado
    Você é carta fora do baralho
    O capital explica
    A exploração do trabalho
    O processo da produção
    Onde o proleta é coxa de retalho.

    Você tem que entender
    Metido a sabichão
    As relações históricas sociais
    Estão em quem detem o poder da economia na mão
    Determina todos outros poderes
    Quem é dono da produção.

    O que avança a sociedade
    São as forças produtivas
    Elas são impulsionadas
    Pelos trabalhadores em ações ativas
    Criando novas tecnologias
    O trabalho é dialético em inovações coletivas.

    Tudo isso acontece
    Dentro de um processo de alienação
    O proletário não consegue enxergar
    O seu grau de exploração
    Têm uma máquina ideológica
    Cuidando pra sua acomodação.

    Tente entender amigo do capitalismo
    Que a luta é ideológica
    Na estrutura hoje imperialista
    Ela é fantástica e metódica
    Tira qualquer um de linha
    Deixa qualquer um fora de lógica.

    O seu discurso, a toa!
    É de intelectual desesperado
    Não sabe que sua agonia
    É patrocinada pelo estado
    Esse sistema é culpado
    Pelo exército internacional desempregados.

    O modo de produção em que vivemos
    É de domínio capitalista
    A livre concorrência
    É pra beneficiar o capital egoísta
    Acumular suas riquezas
    Que se danem os direitos trabalhistas.

    Você é um jumento
    Que não é dessa classe social
    Metido a burguês
    Delator, sujeira, bacabal...
    Bajulador de defensores do capitalismo
    No período eleitoral.

    Tudo é luta de classes
    Pra teoria marxista
    É visão de mundo
    Pra nova sociedade fraternista
    Socialmente justa. humanamente igual
    Rumo à sociedade comunista.

    Tu não sabes nada abestalhado
    Da ideologia comunista
    Não compreende patavina
    Da filosofia marxista
    Nunca pegou no capital
    Nem numa banca de revista.

    Vá estudar
    Seu “doutorzinho” pedante
    Que dessa teoria científica
    O mundo revolucionário é amante
    Hasta la Victoria siempre!
    “Proletários de todos os países”, AVANTE!

    Francisco Batista Pantera é professor, jornalista, poeta e presidente da CTB-RO

  • E agora Temer?
    A festa acabou,
    O golpe esfriou,
    A chapa esquentou.
    E agora, Temer?
    E agora, você?
    Você que não teve voto,
    Que na força, é presidente.
    Ao lado de corruptos, e conspiradores
    Farsantes dessa elite decadente,
    Amantes do passado,
    Não passam de mortos vivos agindo no presente.
    E agora Michel ?
    Ausente?!...
    E agora, Temer?
    O grande conspirador,
    Que junto com o Aércio, Perrela, Cunha...
    Ultrajam a nação
    E na República,
    Impõe uma cunha,
    Pensam que a resistência da massa,
    É como um piolho que se mata na unha.
    E agora, Michel ?
    Você supunha.
    Está sem o povo,
    Isso não é mistério,
    Ladrões da República,
    Compõe seu ministério.
    Está sem discurso,
    Não tem notáveis,
    Sem noção da nação
    Vai seguindo seu percurso.
    O seu desgoverno
    O povo brasileiro insulta
    Querem, que os trabalhadores paguem a conta da crise
    E não os banqueiros, rentistas, afortunados, agiotas filhos da fruta.
    E agora Michel?
    Vai ter luta!
    Perdido no escuro,
    Frente ao povo treme,
    No mato sem cachorro,
    O crepúsculo tu Teme,
    Como um marinheiro
    Na grande tempestade
    No meio da tormenta,
    Num barco seu leme.
    E agora, Michel?
    Castelo de papel.
    Me inspirei no Drumont
    Pra fazer esse cordel.
    Pra protestar contra os poderes da República
    Que transformaram o País, numa grande torre de babel
    Hó! minha pátria grandiosa! Tu julgarás seus algozes
    E esplendorosa na História, livre e soberana cumprirá seu papel.

    Francisco Batista Pantera é professor, jornalista, poeta e presidente estadual da CTB-RO