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Qui, Jul

CPERS/Sindicato

  • Começou bem cedo, neste sábado (19), no auditório do CPERS (Av. Alberto Bins Nº 480 – Centro- Auditório), acontece o 5º Encontro Estadual da Juventude CTB-RS. Nesta edição, as palavras de ordem a serem debatidas são: democracia, direitos e trabalho decente.

    Abaixo confira a programação completa:

     8:30 Cadastramento

     9:30 Mesa de abertura
    Rodrigo Callais ( Secretário da Juventude da CTB/RS )
    Giovani Culau ( Presidente da UJS/RS )
    Diego Adam ( Secr.Geral JSB )
    Guiomar Vidor ( Presidente da CTB/RS )

     10:00 Análise de conjuntura
    ( Daniel Sebastiani )

     10:30 Juventude e mundo do trabalho
    (Luiza Bezerra, Secretária Nacional da
    Juventude CTB )

     11:00 Intervenções

     12:00 às 13:00 Intervalo para almoço

     13:30 Retorno aos trabalhos
    Mesa: As Reformas e os impactos para a juventude

     A Reforma trabalhista e os impactos na vida das mulheres ( Abigail Pereira,
    Vice-Presidente Estadual do PCdoB e Pré Candidata ao Governo do Estado )

     Unir a juventude que trabalha e estuda ao movimento sindical ( Igor Pereira )

     Juventude Rural ( Gabriel Santos, Secretário da FETAR )

     Reforma trabalhista e os impactos para a juventude ( Desembargador Luiz
    Alberto de Vargas )

     15:30 Divisão em quatro grupos de trabalho, um sobre cada tema desenvolvido
    na mesa da tarde, com elaboração de resoluções e propostas de ação da
    juventude.

     16:30 Apresentação dos grupos e entrega das propostas para a comissão de
    organização do encontro, para posterior elaboração de um documento final
    que será encaminhado para todos os participantes.

     17:30 Encerramento

    Fonte: CTB-RS


  • Logo após o CPERS/Sindicato anunciar a realização de aulas cidadãs, cujo propósito é denunciar o descaso com o qual o governo Sartori trata a Educação Pública gaúcha, e também para promover um debate que assinale alternativas e caminhos a serem percorridos, a Secretaria Estadual da Educação – SEDUC enviou para todas as Coordenadorias Regionais de Educação – CREs uma orientação para que a iniciativa do Sindicato seja coibida.

    (CLIQUE AQUI e obtenha cópia do documento original emitido pela SEDUC)

    No documento o Secretário de Educação, Ronald Krummenauer, um dos signatários e idealizadores da nebulosa “Agenda 2020” (CLIQUE AQUI e saiba mais sobre o que é a “Agenda 2020”) menciona a Constituição Estadual, numa tentativa inócua de justificar mais esse ataque contra os educadores gaúchos.

    Devemos deixar claro para toda a população que os alunos estão muito prejudicados pelas práticas do governo Sartori, que trata a Educação Pública como se fosse uma despesa, e não um investimento, como determina não apenas a Constituição Estadual, mas também a Constituição Federal, Carta Magna que rege nosso país.

    Os alunos já estão prejudicados quando, ao chegar nas escolas, as encontram em péssimas condições. Salas de aulas caindo aos pedaços, com goteiras, sem janelas, corredores cujos corrimões “dão choque”.

    Isso sem falar na falta de professores e funcionários de escola, cujos salários estão parcelados há 20 meses, Até mesmo o 13° salário dos servidores públicos também se encontra parcelado.

    O cenário é de caos total. Merenda insuficiente, escolas sem bibliotecas, sem internet, sem segurança – até porque também a Brigada Militar está sendo sucateada por esse governo, que se mostra absolutamente sem condições de administrar o Rio Grande do Sul.

    A CTB Educação – RS não se calará diante de mais esse ataque.

    Como educadores, entendemos que o debate de ideias é essencial para que a comunidade escolar e toda a população gaúcha tenha conhecimento da real situação na qual se encontra a Educação Pública no Rio Grande do Sul. A situação real, não aquela que o governo Sartori, gastando fortunas em publicidade paga nos principais veículos de comunicação, que lhe são simpáticos, tenta vender para a população.

    A CTB Educação – RS reafirma sua luta pela Educação Pública de qualidade, pela defesa dos alunos, dos professores e funcionários de escola e de toda a comunidade escolar.

    Nosso compromisso é e sempre será a defesa de uma Educação Pública de qualidade, inclusiva, que atenda as necessidades da população gaúcha, e que sirva como instrumento para a melhoria na qualidade de vida de toda a população.

    Nosso recado para o governo Sartori é: NÃO NOS CALARÃO!

    Assessoria de Comunicação Social - CTB Educação – RS

  • A União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) realizam nesta segunda-feira (24), desde cedo, manifestações contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241 e a Medida Provisória 746, que reforma o ensino médio. O Portal CTB apresenta um panorama preliminar.

     Estudantes de escola ocupada em São José dos Pinhais, no Paraná, cantam paródia da canção Bang, de Anitta

    Além de passeatas pelas ruas de dezenas de cidades em ao menos 12 estados, tanto os universitários quanto os secundaristas intensificaram a ocupação de escolas. Já são, até o momento, 1.072 escolas secundárias e 73 universidades públicas ocupadas.

    No Paraná as ocupações ocorrem desde o dia 3 de outubro e já são 850 escolas estaduais ocupadas, 14 universidades e 3 Núcleos Regionais de Ensino. No estado governado por Beto Richa (PSDB), os trabalhadores em educação estão em greve desde o dia 17.

    O presidente da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas, Matheus dos Santos denuncia grupos fascistas ameaçando os estudantes. “São integrantes do Movimento Brasil Livre, que não conseguem juntar nem 50 pessoas em manifestação, mas nos ameaçam de armas em punho. A polícia precisa deter essa gente”.

    Inclusive um adolescente de 16 anos foi encontrado morto a facadas na Escola Estadual Santa Felicidade, em Curitiba. O Movimento Ocupa Paraná lamenta a morte e informa que "não há nenhuma informação concreta sobre a motivação dessa morte e também nenhuma informação repassada aos mais de 10 advogados do movimento que estão proibidos de entrar no local para dar suporte aos outros estudantes que estão lá dentro com a polícia civil”.

    O diretor de Comunicação da UNE, Mateus Weber lamenta a morte do secundarista paranaense e cobra apuração rigorosa da polícia e que a verdade seja dita para a sociedade, para a família, para os educadores e estudantes”.

    Santos defende a imediata apuração desse acontecimento. “A polícia não pode cercear o trabalho dos advogados. Muito menos culpar os estudantes por isso”.

    Pelo Brasil

    O movimento se espalhou pelo Brasil e a juventude está mostrando que rejeita afirma que o movimento está sendo um sucesso. “Conseguimos realizar atos em ao menos 12 estados com dezenas de novas ocupações para barrarmos essas medidas que acabam com a educação pública”, diz Weber.

     Ocupação do Instituto Federal São Paulo

    As manifestações ocorrem em Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Sergipe. Em São Paulo, o ato ocorrerá nesta terça-feira (25).

    Além de protestar contra a PEC 241, o Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS/Sindicato) entregou, nesta segunda-feira, o pedido de impeachment do governador José Ivo Sartori (PMDB) à presidenta da Assembleia Legislativa, Silvana Covatti (PP).

    “Em vários estados, estradas foram fechadas, escolas ocupadas e o nosso movimento não vai parar até a PEC do Fim do Mundo ser enterrada”, reforça Weber.

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy

  • Professores e funcionários de escola de diversos Núcleos do Cpers-Sindicato estão acampados na Praça da Matriz desde a tarde de terça-feira (12).

    Nem mesmo a chuva e o tempo instável abala nossos aguerridos educadores, que continuam firmes na Praça da Matriz. O acampamento reforça nossa resistência e força para lutar bravamente pelos nossos direitos e por uma educação pública de qualidade para todos e todas. Até a próxima sexta-feira (15) estão previstas diversas atividades, que terão concentração no acampamento.

    Também no acampamento estão sendo disponibilizados materiais que informam as causas que levaram a categoria a decretar Greve. Os informativos denunciam o descaso do governo Sartori com os servidores e com a educação pública gaúcha.

    O Comando de Greve Estadual convoca a todos os educadores e educadoras a estarem nesta quinta-feira (14), às 14h na Praça da Matriz.

    Confira a agenda de mobilizações no dia 14:

    14 horas: concentração no acampamento do Cpers, na Praça da Matriz;
    16 horas: deslocamento do acampamento até o Tribunal de Justiça (ato em frente ao local);
    17 horas: ato do Dia Nacional de Luta, Protestos e Greves contra a redução dos direitos;
    18 horas: reunião do Comando de Greve do Cpers com representantes do governo.

    Mobilizações pelo estado:

    Professores do Colégio Padre Werner, da escola Piá e da escola Padre Amstad, de Nova Petrópolis, reuniram-se na Praça das Flores para conversar com a comunidade escolar e informar os motivos que levaram à greve e a situação dos professores do estado.
    Mais mobilizações como esta estão previstas para os próximos dias.

    Leia mais

    Magistério gaúcho completa uma semana de greve histórica por melhorias na educação pública

    Fonte: CTB Educação-RS, com informações do Cpers-Sindicato

  • No 5º  Encontro Estadual da Juventude Trabalhadora da CTB-RS, neste sábado (19), na sede do Cpers-Sindicato dos Professores, em Porto Alegre, com a participação de 70 jovens de todas as regiões do estado. Durante todo o dia foram debatidos temas relevantes para encontrar alternativas para o grave momento pelo qual o país passa.

    Todas as intervenções foram no sentido de compreender o papel da juventude na resistência ao golpe de Estado de 2016 e na luta pela democracia. Também "discutimos como atrair a juventude para o movimento sindical e para a construção de novos caminhos para um novo Brasil", diz Luiza Bezerra, secretária nacional da Juventude Trabalhadora da CTB.

    Para ela,"é fundamental entender os impactos da reforma trabalhista na vida dos jovens, assim como a reforma do ensino médio, a proposta de exermínio do SUS e a falta de políticas públicas para a juventude".

    A juventude gaúcha busca caminhos para organizar  "as mulheres, os jovens, os negros e todos os setores sociais atingidos pelas medidas do desgoverno Temer. A juventude que estuda e trabalha a se inserir nos movimentos sociais e na luta das classe trabalhadora para melhorar a vida de todo mundo", sintetiza.

    Para ela, "democracia, direitos e trabalho decente são hoje as principais bandeiras de luta da juventude trabalhadora". Porque "são justamente os jovens os negros e as mulheres e a população LGBT os mais afetados pelas políticas neoliberais que retiram direitos e aumentam cada vez mais a desigualdade social".

    A bancária gaúcha afirma que o encontro foi coroado de êxito. "Foi um grande dia, onde mais uma vez a juventude mostra sua disposição para transformar o futuro e construir um país onde a riqueza produzida atenda aos interesses do seu povo e não do capital financeiro".

    Marcos Aurélio Ruy - Portal CTB

  • Os servidores públicos estaduais obtiveram mais uma importante vitória contra o governo de Ivo Sartori (PMDB) e seu pacote de maldades.

    Na reunião de líderes desta terça-feira (20), mais uma vez a Assembleia não aprovou ordem do dia que poderia retomar a votação de projetos que o governo defende como chave desde a apresentação do pacotaço.

    Entre eles, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 257, que altera a data de pagamento do 13º de servidores até 2020, para duas datas (50% em 31 de dezembro do ano corrente e a segunda parcela em 30 de novembro do ano seguinte). O pacotaço tem ainda PECs acaba com licença remunerada para dirigentes sindicais (256), que retira a atribuição da Brigada Militar da função de guarda em presídios (255), e duas de aumento da contribuição previdenciária de 13,25% para 14%, para as polícias civil (252) e militar (253).

    Fonte: CPERS-Sindicato

  • Foi realizado na manhã dessa quinta-feira (1º) o 4º Congresso Estadual da CTB-RS no auditório da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Fetag-RS), em Porto Alegre, tendo como objetivo debater estratégias de resistência e luta pela democracia e pelos direitos sociais.

    Já na mesa de abertura, as falas iniciais apontavam como seria a dinâmica da atividade, todas com foco no combate às reformas Trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo golpista Temer (PMDB).

    Mais uma vez reforçou-se, também, a necessidade de toda a unidade da classe trabalhadora, tendo como palavras de ordem #NenhumDireitoaMenos, #ForaTemer, #DiretasJá e a construção de uma grande Greve Geral Nacional, juntamente com outras centrais sindicais.

    Representaram o Núcleo de Educação da CTB-RS nessa atividade a professora Solange Carvalho, vice-presidente estadual do CPERS/Sindicato e o professor Vinícius Soares Dill, liderança da CTB Educação-RS.

    vinicius dill solange carvalho adilson araujo

    Vinícius Soares Dill, liderança da CTB Educação-RS, Solange Carvalho, vice-presidente estadual do CPERS/Sindicato e Adilson Araújo, presidente nacional da CTB 

    Acompanhe a fala feita pela professora Solange Carvalho na abertura do evento: 

    Assessoria de Comunicação Social – CTB Educação-RS

  • "...mas não há salvação para o juiz covarde..."

                         (O Justo e a Justiça - Rui Barbosa, 1899)

    Diz-se da Justiça que um de seus pilares fundamentais, sustentáculo essecial de sua existência, é a imparcialidade.
    Fosse de outra maneira não deveria ser chamada sua prática Justiça, mas sim justiçamento.

    Debrucei-me ontem à noite na tarefa de assistir a íntegra do depoimento que o presidente Lula concedeu ao juiz de primeira instância Sérgio Moro, membros do Ministério Público Federal e advogados representantes das partes no procedimento jurídico aberto em função das investigações da Operação Lava Jato.

    A oitiva tinha como escopo esclarecer, de maneira objetiva, se o ex-presidente Lula foi, em algum momento proprietário de um apartamento (chamado "triplex") cobertura em um edifício no Guarujá, objeto que a acusação alega ser fruto de propina proveniente de desvios de percentuais em contratos celebrados entre a empreiteira OAS e a Petrobras.

    Antecipadamente peço desculpas ao leitor, declarando meu mais absoluto desconhecimento sobre as práxis jurídicas e protocolos usualmente utilizados nos tribunais. Não tenho formação jurídica. Assim como o presidente Lula, minha formação é política.

    O que não me impede de afirmar que, as mais de 5 horas do depoimento que ouvi e assisti caracterizaram um julgamento político, digno de um regime de exceção e de cerceamento de direitos, onde a arrogância do condutor do interrogatório, a pobreza da materialidade das provas apresentadas pela acusação e a maneira desrespeitosa com a qual jovens neófitos se dirigiram a um ex-presidente, homem de 71 anos, pai de 5 filhos e avô de 4, se imiscuiram na tentativa de criar uma narrativa na qual o depoente figuraria numa condição fragilizada, restando pré-condenado.

    O presidente Lula poderia, como assegura a legislação brasileira, reservar-se ao direito de não responder uma única pergunta sequer, sem que isso lhe trouxesse algum prejuízo. Sérgio Moro lhe informou esse direito, por óbvio já conhecido do ex-presidente, que diante da informação do magistrado foi categórico ao afimar: "EU VOU FALAR".

    Não poderia ser diferente, nem esperávamos que fosse. O mesmo Rui Barbosa que cito na abertura desse artigo, disse também "o homem que não luta pelos seus direitos não merece viver." Como um bravo, mas com a humildade de quem conhece os andares de cima, mas ainda mais os andares de baixo, Lula lutou pelos seus direitos.  Não era um homem, simplesmente, que estava sendo interrogado ali. Era a biografia de um homem que estava sendo julgada naquele tribunal de exceção. Era uma ideia de país, um modo de governo, um pensar diferente, um pensar voltado para o "nós", para o coletivo.

    Sergio Moro e seus pares do Ministério Público representavam ali a meritocracia, o pensar individualista. O ódio pelos mais pobres, ouso dizer, porque o mais pobre, aquele que veio do nordeste menino, desde cedo lutando pela vida, não pode sobreviver a não ser para tornar-se serviçal das elites desse país. Que dirá tornar-se presidente da República, o melhor e mais popular que esse país já teve! Isso é inaceitável para Sergio Moro, e também para quem ele representa.

    Diante dessa premissa, da intenção de tornar em criminoso, mesmo sem provas, alguém que é perseguido há mais de 30 anos, sem que nada de concreto tenha sido encontrado contra ele durante todo esse tempo, a acusação fustigou o ex-presidente Lula com diversas perguntas repetidas à exaustão, proferidas em tom irônico, de modo hostil e numa abordagem absolutamente desprovida da reverência que se reservaria a um ex-presidente da República.
    Em dado momento um procurador do Ministério Público se referiu ao ex-presidente Lula chamando-o de "senhor Luiz Inácio".

    lulavalealuta

    Pensei com meus botões, indignado, se o tal procurador de fala tão monocórdica quanto prepotente, teria se dirigido ao ex-presidente Fernando Henrique Cardozo chamando-o de "senhor Fernando Henrique".

    Pensei com meus botões, também, onde estava escondido, durante o interrogatório, o procurador Deltan Dallagnol - aquele da acusação feita em Power Point. O que abundou em desfaçatez dos procuradores, superabundou em covardia dos tais. Faltou coragem de ficar frente a frente do homem ao qual injusta e absolutamente sem provas - apenas por "convicção", chamou de "comandante máximo dos crimes de corrupção na Petrobras".

    Quanto ao juiz de Primeira Instância, que conduziu a tentativa de massacre, afirmo que entrou minúsculo na sala de interrogatório, e de lá só não saiu invisível por conta de sua arrogância e autoritarismo, inconfessavelmente gigantescas, levando-o a todo momento a arroubos de grandeza, indeferindo pedidos da defesa do ex-presidente e desta cassando recorrentemente a palavra, chegando ao cúmulo do absurdo de citar outros processos nos quais o ex-presidente sequer foi citado, processos inclusive já transitados em julgado.

    No dia em que me sentei com Lula no banco dos réus de um tribunal de exceção, pensei com meus botões, diante de um gigante sendo interrogado por anões: "A História é implacável. A História julgará a todos. A um, herói, a outros, vilões".

    Diógenes Júnior é assessor sindical no Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS/Sindicato), assessor de Comunicação Social da CTB Educação-RS e colaborador do Portal Vermelho.

    *Título original: O dia em que me sentei com Lula no banco dos réus de um tribunal de exceção

    Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor.

     

  • Os educadores do Centro dos Professores Primários do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS/Sindicato), pela quinta semana consecutiva, realizaram vigília na Praça da Matriz, em Porto Alegre, contra a votação do pacote de maldades do governo de José Ivo Sartori (PMDB).

    Mais uma vitória dos educadores: sem a maioria qualificada de 33 votos de que precisa, o governo Sartori adiou outra vez a votação das PECs que eliminam a obrigatoriedade de realização de plebiscitos para a privatização de estatais, que alteram o calendário de pagamentos dos servidores e que acabam com o pagamento de licença remunerada para servidores que realizam atividades sindicais.

    Assessoria de Comunicação Social – CTB Educação-RS

     

  • Os servidores públicos estaduais obtiveram mais uma importante vitória contra o governo Sartori (PMDB) e seu pacote de maldades.

    Nesta terça-feira (13), durante votação na Assembleia Legislativa, não houve quórum necessário para a votação da PEC 261, que propõe a alteração do artigo 37 da Constituição, extinguindo o “tempo fictício”, ou seja, a possibilidade de um professor importar benefícios no caso de ter trabalhado em outra rede de educação – como os municípios, por exemplo, para triênio e gratificação.
    Isso só foi possível devido a forte mobilização da categoria juntamente com outros servidores públicos gaúchos.

    Pela manhã, educadores do CPERS/Sindicato visitaram os gabinetes dos deputados, exigindo o voto contrário as PECs que retiram direitos do funcionalismo público.
    Ao mesmo tempo, professores e funcionários de escola reforçavam a mobilização na Praça da Matriz.

    Sem votos, o governo Sartori decidiu defender a realização do plebiscito para consultar a população sobre a proposta das privatizações.

    A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, destacou a importância da resistência da categoria e convoca a todos (as) educadores (as) a reforçarem a vigília na próxima terça-feira, dia 20.

    “Hoje presenciamos manobras vergonhosas do governo para fazer com que os deputados votassem contra os nossos direitos. Mas nossa mobilização, indo de gabinete em gabinete, deu resultado e impedimos, mais uma vez, a votação da PEC 261. Precisamos continuar atentos e mobilizados. Na próxima terça-feira temos que estar em massa na Praça da Matriz para enterrar de vez este projeto”, afirmou.

    Assessoria de Comunicação Social – CTB Educação RS

  • Resistência dos educadores mais uma vez foi o fator decisivo para a vitória da categoria. O governo Sartori (PMDB) recua, e a votação das PECs que retiram direitos dos servidores públicos teve sua sessão adiada na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

    Confira a fala da vice-presidente estadual do CPERS/Sindicato, Solange Carvalho, durante o Ato Público contra o pacote de maldades do governo Sartori.

    Assista: 

    Assessoria de Comunicação Social - CTB Educação – RS