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Ter, Jul

Campinas

  • De acordo com o grupo Bonde Mídia, de Campinas, no interior de São Paulo, um “mar de gente” tomou as ruas da cidade no ato “Fora Temer” nesta quinta-feira (1º)

    O grupo diz que “a Polícia Militar estima que 2 mil pessoas estiveram presentes no ato. O vídeo do Bonde Mídia dá uma noção exata do tamanho do protesto”.

    Assista

     

    O grupo Democratize, que compartilhou o vídeo, conta inclusive que “formado por uma imensa maioria de jovens, o protesto reuniu movimentos sociais, partidos políticos e estudantes. O ato pedia, entre outros pontos, a imediata destituição do presidente Michel Temer e convocação de eleições gerais contra o golpe”.

    Pelas imagens, percebe-se que o governo golpista não vai ter vida fácil. As manifestações crescem na mesma proporção em que aumenta a repressão. Na capital paulista, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) proibiu manifestação na avenida Paulista no domingo (4) e o presidente golpista Michel Temer autorizou a utilização até das Forças Armadas.

    Juristas garantem que a Constituição garante a liberdade de manifestação, sema  necessidade de autorização e os manifestantes mostram-se dispostos a prosseguir.

    Portal CTB

  • Os trabalhadores reclamam investimento na iluminação ao redor das unidades e também mais patrulhamento policial

    O encontro da direção do Sindicato dos Servidores de Campinas (STMC) no dia 3 de maio com trabalhadores/as do Centro de Saúde do bairro Jardim Florence, em Campinas, foi em resposta à ocorrência de dois assaltos, um no dia 24 de abril, na unidade do Jd. Capivari, e o praticado no último dia 2, na unidade do Jd. Florence.

    Na ocasião, três homens armados renderam o segurança do local e roubaram dos 10 trabalhadores diversos pertences, entre os quais seus aparelhos de celulares.

    Tudo aconteceu por volta 20 horas, momento de fechamento da unidade. A decisão de antecipar para as 17h o final expediente até que sejam atendidas as melhorias definidas como urgentes, tais como investimentos na iluminação externa e mais patrulhamento policial ao redor dos centros de saúde foi uma das deliberações da reunião, em que estiveram presentes, além de servidores e sindicalistas, representantes do conselho local de saúde, do distrito de saúde noroeste e gestão local. “A paralisação da unidade, caso o Governo não atenda as reivindicações ou não apresente um plano de soluções não está descartada”, afirma Tadeu Cohen, presidente do STMC.

    Fonte: STMC

  • Decisão judicial do dia 13 de dezembro, concedida pelo Dr. Mauro Iuji Fukumoto, da 1° Vara da Fazenda Pública de Campinas, determina que o Hospital Samaritano suspenda imediatamente as cobranças referentes aos reajustes aplicados no período de 2014 a 2018, inclusive de dívidas passadas, impostos aos servidores públicos do município. 
     
    Uma grande vitória do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Campinas (STMC), a decisão beneficia aproximadamente 1500 trabalhadores e trabalhadoras.
     
    “Soubemos que diversas pessoas  precisaram  a ser hospitalizadas ao serem  surpreendidas com o recebimento dessas cobranças”, conta o advogado do STMC,  Dr. Ricardo Marreti. 
     
    A sentença determina  também o hospital Samaritano a dar continuidade ao atendimento de servidores afetados e/ou que tenham assinados referidos aditivos ou renovação contratual. Obriga ainda o hospital  a se abster de vincular eventuais renovações com o  plano  de saúde à assinaturas de confissão de dívida, cujo total  supera o valor de  1 milhão de reais. O hospital Samaritano tem o prazo de dez dias para a contestar e apelar da decisão.  
     
    O caso
     
    Firmado em 2009, o contrato entre a Prefeitura de Campinas e o Hospital Samaritano vigorou até 2014 sob o critério de reajustes regido  pela ANS (Agência Nacional de Saúde), e não pelas regras do mercado. No processo judicial, o Hospital Samaritano busca receber da prefeitura e dos servidores valores de reajustes acumulados daquele  período até 2018, quando resolveu cancelar o serviço, à revelia dos servidores que se mantinham usuários no plano de saúde.
     
    Confira abaixo o documento na íntegra:

     
     
    Fonte: SMTC