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Ter, Jul

Belém

  • José Maria, presidente do Sindmetal, disse que a situação é inaceitável

    Dezessete trabalhadores, a maioria paraenses, estão em São Luís sem moradia, alimentação ou meio de retorno, após terem viajado de Belém (PA) para receberem verbas trabalhistas da empresa Terramar Construções e Serviços – empresa do ramo metalúrgico, de propriedade de Eofrásio Barbosa de Melo Júnior, que prestava serviços à empresa Serveng S/A -, mas não encontraram qualquer pessoa no escritório da empresa, localizado no Calhau.

    Os trabalhadores prestaram serviço no Terminal Ponta da Espera em São Luís e no estado do Rio Grande do Norte desde junho de 2015, e receberam aviso prévio em oito de agosto deste ano, após a empresa ter deixado de pagar os últimos meses de salário. Eles voltaram ao estado de origem, devendo retornar a São Luís após 30 dias para quitação das verbas trabalhistas, porém não encontraram qualquer representante de nenhuma das duas empresas para pagamento dos encargos e verbas trabalhistas.

    Os trabalhadores informam que não receberam qualquer informação e nenhuma ajuda para hospedagem e alimentação. “Não nos deram satisfação ou documentos, estamos abandonados em condições degradantes”, diz um dos trabalhadores demitidos.

    O Sindicato dos Metalúrgicos de São Luís (Sindmetal) está prestando assistência aos trabalhadores. Para o presidente do sindicato, José Maria Araújo, a situação abusiva fere não só os direitos trabalhistas, mas expõe trabalhadores a uma situação subumana. “Eles foram abandonados em outro estado, longe das famílias, em condições que se assemelham ao trabalho escravo”, avalia.

    Fonte: Sindmetal São Luís

     

  • As centrais sindicais no Pará (CTB, CUT, UGT, FS, CSP/CONLUTAS, INTERSINDICAL, FBP e FPSM) em conjunto com as entidades sindicais de bases e movimentos sociais e estudantes realizam importante ato da classe trabalhadora paraense neste 1° de maio de 2017 na capital do Pará.

    Ato realizado na Praça da República no centro de Belém, reunindo centenas de sindicalistas para denunciar as reformas trabalhista e previdenciária do governo de Temer.

    Cleber Rezende, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Pará (CTB-PA), afirma que a central que mais cresce no Brasil é protagonista deste ato, juntamente com outras centrais.

    "Depois da histórica greve geral do dia 28, voltamos às ruas para barrar os retrocessos promovidos pelo governo de Michel Temer. Continuaremos nas ruas até que todos esses projetos nefastos à classe trabalhadora sejam engavetados".

    Portal CTB