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Dom, Jul

28 de abril

  • São 10 mil pessoas que caminham por Porto Velho, capital de Rondônia, contra as reformas trabalhista e previdenciária de Michel Temer. O ato saiu partir de três diferentes concentrações: a primeira, em frente à sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação; a segunda, em frente ao Sindicato dos Urbanitários; e a terceira, em frente ao Sindicato dos Bancários. Elas se encontraram na Av. 7 de Setembro, de onde seguem para a Praça das Três Caixas D’Água, onde será realizado um protesto em discurso.

    O presidente da CTB-RO, Francisco "Pantera" Batista, acompanha a atividade e é uma das lideranças. "Nós estivemos na organização disso aqui, e considero que a CTB recuperou o protagonismo neste processo", avaliou. As categorias que fazem a ponta de lança desse movimento são a de servidores da educação pública do estado, a de servidores públicos federais e o Fórum de Defesa dos Direitos do Trabalhador, que seguem as orientações da Frente Brasil Popular. No total, mais de 30 sindicatos participarão das mobilizações, filiados a 3 centrais sindicais (CTB, CUT, CSB).

    Além de Porto Velho, há atos confirmados em Ji-Paraná, Ariquemes, Jaru, Ouro Preto do Oeste, Vilhena e Cacoal.

  • A classe trabalhadora parou o Brasil nesta sexta-feira (28), e o protesto contra os retrocessos do governo Temer chegaram aos ouvidos de todo o mundo. Com ampla adesão, a greve geral está sendo aplaudida por ao menos 17 entidades internacionais.

    Cinco desses comunicados o Portal CTB já publicou aqui, mais cedo. Abaixo está uma lista atualizada das organizações que manifestaram saudações formais às paralisações contra a Reforma Trabalhista e a Previdenciária, recebidas até às 15h30 de hoje. Confira:

    • Federaçao Sinidcal Mundial (FSM);
    • Encontro Sindical Nossa América (ESNA);
    • (Portugal) Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (Intersindical Nacional);
    • (Portugal) Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Publicas, Concessionárias e Afins;
    • (Portugal) SITAVA – Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos;
    • (Uruguai) PIT CNT;
    • (Argentina) Federação Latino-americana para a educação e a cultura (FLATEC);
    • (Argentina) CTA dos Trabalhadores;
    • (Cuba) Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Construção;
    • (Panamá) Central Nacional dos Trabalhadores do Panamá;
    • (Africa do Sul) Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Saúde Educação e Afins (NEHAWU);
    • (Chipre) Federação de Trabalhadores do Chipre;
    • (Grecia) Frente Militante dos Trabalhadores da Grecia (PAME);
    • (Haiti) Coalisão Nacional dos Sindicatos do Haiti;
    • (Uganda) Sindicato de base dos trabalhadores agrícolas de Uganda;
    • (Pais Basco) LAB;
    • (Mexico) Nova Central dos Trabalhadores do México.

    Portal CTB

  • Ao menos 32 museus e instituições de cultura de São Paulo paralisaram suas atividades em decorrência da greve geral da última sexta-feira, 28 de abril. Na lista abaixo, aparecerem todas as entidades que aderiram à greve total ou parcialmente, por decisão das trabalhadoras e trabalhadores reunidos em assembleias locais, e não o posicionamento institucional.

    O Museu da Casa Brasileira funcionou, mas parte de seus funcionários aderiu à greve. A decisão sobre a adesão é a orientada pelo Sindicato dos Empregados em Entidades Culturais no Estado de São Paulo (Senalba-SP), cuja nota oficial você pode ler aqui.

    Abaixo, segue a lista de todos os locais paralisados:

    • Museu da Imigração;
    • Museu Lasar Segall;
    • Museu da Imaginação;
    • Museu do Café;
    • Museu da Cidade;
    • Museu Afro Brasil;
    • MASP;
    • Caixa Cultural;
    • Museu de Arte Sacra;
    • Itinerância da 32ª Bienal de Arte de São Paulo;
    • Museu da Pessoa;
    • Memorial da Resistência;
    • Rede Museu da Energia;
    • Fundação Ema Klabin;
    • SESC Pompeia (educadores terceirizados);
    • SESC Ipiranga (educadores terceirizados);
    • SESC Campinas (educativo fixo e terceirizados da itinerância 32ª Bienal de Arte de São Paulo);
    • SESC Santos;
    • SESC Belenzinho (Educativo da Itinerância 13ª Bienal Naïfs do Brasil);
    • SESC São Carlos;
    • SESC Interlagos;
    • Centro de Pesquisa e Referência - SESC;
    • MAE (Museu de Arqueologia e Etnologia);
    • Pinacoteca do Estado;
    • Museu do Ipiranga;
    • Museu da Imagem e do Som;.
    • Instituto Tomie Ohtake;
    • Memorial da Inclusão;
    • Instituto Itaú Cultural;
    • Pinacoteca do Estado de São Paulo;
    • Espaço Cultural Porto Seguro.

    Portal CTB

  • Múltiplas categorias de trabalhadores mato grossenses estão aderindo às paralisações do 28 de abril, principalmente na Educação Pública, nos Bancários, entre os Rurais, os Transportes e os servidores de diferentes esferas do Judiciário. No total, entre 40 e 50 sindicatos já declararam apoio à greve. Entre eles, estão representadas 7 centrais sindicais (CTB, CUT, Força Sindical, CSB, Nova Central, Conlutas e Intersindical). A categoria mais mobilizada é a dos servidores públicos estaduais, com 15 sindicatos alinhados.

    Quem informa o estado da mobilização é a presidenta da CTB-MT, Nara Teixeira.

    Os planos de paralisação no estado do Mato Grosso envolvem primariamente o congelamento do transporte público em Cuiabá, mas haverá greves também nos bancos e nos serviços de segurança privada. Para além disso, haverá panfletagem em várias cidades, e o ato principal da capital será realizado às 15h, na Praça Ipiranga. Depois das falas das lideranças, os manifestantes seguirão em passeata.

    Portal CTB

  • Os organizações rondonenses estão engajados na organização do 28 de abril, e acreditam que o ato será ainda maior do que o do 15 de março. Da última vez, participaram da passeata 5 mil pessoas - desta vez, o presidente da CTB-RO, Francisco "Pantera" Batista, estima que aparecerão entre 10 e 12 mil.

    As categorias que fazem a ponta de lança desse movimento são a de servidores da educação pública do estado, a de servidores públicos federais e o Fórum de Defesa dos Direitos do Trabalhador, que seguem as orientações da Frente Brasil Popular. No total, mais de 30 sindicatos participarão das mobilizações, filiados a 3 centrais sindicais (CTB, CUT, CSB). Além de Porto Velho, há atos confirmados em Ji-Paraná, Ariquemes, Jaru, Ouro Preto do Oeste, Vilhena e Cacoal.

    Leia também: Servidores federais de Rondônia aprovam adesão de greve geral do dia 28

    O ato da capital será feito em formato de passeata, a partir de três diferentes concentrações em Porto Velho: a primeira, em frente à sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação, a segunda, em frente ao Sindicato dos Urbanitários, e a terceira, em frente ao Sindicato dos Bancários. Elas se encontrarão na Av. 7 de Setembro às 10h, de onde seguirão em caminhada para a Praça das Três Caixas D’Água, onde será realizado um protesto contra as reformas impostas pelo governo Temer.

  • A partir das 8h desta segunda-feira (1º) - Dia do Trabalhador e da Trabalhadora - as centrais sindicais se reuniram na Praça Oito, no centro de Vitória, e caminharam para o Sambão do Povo, onde aconteceram shows e a Feira da Economia Solidária, entre outras atividades.

    Durante a concentração, o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Espírito Santo (CTB-ES), Jonas Rodrigues de Paula, comentou sobre sucesso da Greve Geral na capital, mas fez questão de enfatizar que a luta continua.

    "Precisamos resistir sempre. Estar nas ruas contra as reformas da previdência, trabalhista e a terceirização”, disse De Paula. “A classe trabalhadora mostra sua força e realiza a maior greve geral da história, agora neste 1º de maio, reafirmamos nossa disposição de luta. Nenhum direito a menos".

    Durantes a passeata, representantes dos sindicatos filiados às centrais, também discursaram e a todo momento, os trabalhadores e trabalhadoras, indignados, gritavam palavras de ordem como: "Fora Temer".

    CTB-ES e centrais sindicais param o Espírito Santo na sexta-feira

    ctb es grevegeral 28 04 2017

    O dia 28 de abril ficou marcado no Espírito Santo. A CTB-ES e as demais centrais sindicais, conseguiram parar o estado em um grande movimento de mobilização.

    O objetivo dessa manifestação foi protestar principalmente contra a reforma da previdência, e a reforma trabalhista, o governo golpista, que trata a classe trabalhadora com descaso.

    A CTB, os sindicatos filiados e a Federação Estadual dos Trabalhadores em Estabelecimento Privado no Ensino do Espíritos Santo (Fetraee) organizaram a manifestação com uma grande concentração na rodoviária de Vitória.

    Os manifestantes saíram em caminhada, que mesmo acompanhada pela tropa de choque, parecia muito tranquila, até chegar perto do Palácio Anchieta. Ali os trabalhadores foram fortemente agredidos com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo.

    Mesmo assim, os manifestantes não perderam o foco. Gritavam a todo tempo palavras de ordem destacando entre elas novamente o “Fora Temer”.

    Karol Siqueira – CTB-ES

  • Movimentos sociais e sindicatos de todo o Brasil marcam para a próxima sexta-feira, dia 28 de abril, uma greve geral contra as reformas da Previdência e trabalhista apresentadas pelo Poder Executivo e em tramitação no Congresso Nacional. Às vésperas da 55ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que tem início amanhã, dia 26, em Aparecida (SP), o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da Conferência, dom Leonardo Steiner, concedeu entrevista tratando da posição da entidade sobre as manifestações. Reafirmando a convocação feita pelo Conselho Permanente, no mês passado, dom Leonardo considera “fundamental que se escute a população em suas manifestações coletivas”.

    Confira a entrevista:

    Qual é a posição da CNBB sobre a anunciada greve geral do dia 28 de abril?

    A partir de amanhã, quarta-feira, 26 de abril, os bispos estarão reunidos em assembleia geral, em Aparecida (SP). A assembleia é a instância suprema da Conferência e dela pode sair novo posicionamento. Posso agora, reafirmar o que o Conselho Permanente da CNBB já declarou em Nota: “Convocamos os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados”.

    Nesse sentido, consideramos fundamental que se escute a população em suas manifestações coletivas. Claro que nosso olhar se dá na perspectiva da evangelização e nossa posição brota das exigências do Evangelho. E isso significa reafirmar a busca do diálogo, da paz e do entendimento. Na afirmação dos bispos está a orientação de que esses momentos sejam marcados pelo respeito à vida, ao patrimônio público e privado, fortalecendo a democracia.

    Qual o impacto de uma greve geral neste momento?

    Certamente o conteúdo das manifestações se dará no sentido de defesa dos direitos dos trabalhadores do campo e da cidade, de modo muito particular dos mais pobres. O movimento sinaliza que a sociedade quer o diálogo, quer participar, quer dar sua contribuição. Reformas de tamanha importância não podem ser conduzidas sem esse amplo debate.

    O Congresso Nacional e o Poder Executivo, infelizmente, têm se mostrado pouco sensível ao que a sociedade tem manifestado em relação às reformas. Os brasileiros e brasileiras desejam o bem do Brasil e para construir uma nação justa e fraterna querem participar das discussões e encaminhamentos.

    É oportuno apresentar propostas de reformas na atual conjuntura?

    O Brasil vive um momento particular de sua história, uma crise ética. Há situações de enorme complexidade nos quais estão envolvidos personagens do cenário político, sem falar da crise econômica que atinge a todos. Como encaminhar mudanças sem o respaldo da sociedade? Propostas de reformas que tocam na Constituição Federal, no sistema previdenciário, na CLT merecem estudo, pesquisa e aprofundamento. Sem diálogo não é possível criar um clima favorável que vise o bem do povo brasileiro

    Da CNBB

  • Na próxima segunda-feira (10), trabalhadores em transportes rodoviários promovem uma plenária nacional para acertar detalhes da greve geral convocada pelas centrais sindicais para o dia 28 de abril. O objetivo da mobilização é paralisar o país contra as reformas da Previdência, Trabalhista e a Lei da Terceirização, sancionada pelo presidente Michel Temer (PMDB) no dia 31 de março.

    O encontro, que será realizado na Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários – SP (FTTRESP), reunirá sindicatos e federações de outros estados, além das confederações nacionais e centrais sindicais representantes do setor. “Não aceitamos os ataques do desgoverno Temer aos direitos trabalhistas”, presidente da federação, Valdir de Souza Pestana.

    “As reformas da previdência, com o fim das aposentadorias, e a trabalhista, aliada à Lei de terceirização sancionada recentemente, criarão uma legião de novos escravos”, diz Pestana.

     Portal CTB com NCST

  • A Federação Interestadual dos Empregados dos Correios (Findect) decidiu deflagrar uma greve nacional, por tempo indeterminado, em apoio às pautas do dia 28 de abril, que já promete ser a maior dos últimos trinta anos. O ecetistas começarão a paralisação no dia 26, às 22h, e estarão envolvidos nos atos seguintes.

    Além do repúdio total a Michel Temer e às reformas da Previdência e Trabalhista, os funcionários dos Correios entrarão em greve para protestar contra o fechamento de agências ao longo do último ano, a suspensão de férias que atinge parte do pessoal e pela realização de novos concursos e contratações nos quadros da empresa. Eles reclamam do sucateamento e denunciam a tentativa de privatização da ECT, e pedem a saída de Guilherme Campos da presidência, pela sua conivência com o desmonte da empresa.

    “Foram esses empresários, e os conglomerados que comandam, que financiaram o golpe. Com eles Temer assumiu compromissos, que está encaminhando com suas reformas. É por isso que todas as medidas desse governo tira direitos e benefícios dos trabalhadores. Nas reformas, são conquistas históricas que podem ser perdidas”, explicou o presidente do Sintect-SP e vice-presidente da Findect, Elias Diviza. Para ele, os trabalhadores devem ampliar a mobilização encaminhada pelas Centrais. “É o caminho para impedir esse retrocesso histórico, e para impedir a privatização dos Correios e demais estatais”, indicou.

    Os trabalhadores dos Correios tiveram papel importante nas manifestações dos dias 15 e 31 de março, com uma paralisação que envolveu mais de 8.000 pessoa só em São Paulo. O repúdio da categoria às reformas de Temer e às tentativas de privatização da empresa provaram-se fundamental para atrasar os planos dos golpistas. O risco é particularmente grande para os ecetistas, pois a empresa pode ser vendida às multinacionais do setor - algo que tiraria dos funcionários a capacidade de dialogar com a cúpula, e minaria os direitos conquistados.

    Por tudo isso, os ecetistas chamaram todos os 36 sindicatos da categoria a apoiar a greve geral unificada a partir de 26 de abril.

    Portal CTB

  • “O próprio Ministério do Trabalho confirma a ocorrência de 700 mil acidentes de trabalho por ano no país”, diz Paulo Sérgio Farias, o Paulinho, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Rio de Janeiro (CTB-RJ).

    Por isso, a CTB-RJ realiza nesta sexta-feira (27), às 15h, um ato político para denunciar o descaso com a saúde da classe trabalhadora. “O pior”, diz Paulinho, “é que o número de acidentes de trabalho pode ser muito maior, porque o ministério só fala dos casos notificados”. O ato ocorre no Buraco do Lume, no centro da capital fluminense.

    O protesto acontece na véspera do Dia Mundial Dia Mundial da Segurança e da Saúde no Trabalho – 28 de abril – e pretende chamar a atenção da sociedade para dar um basta nessa situação que é gravíssima, inclusive com cerca de 2 mil vítimas fatais anualmente.

    Leia mais

    Centrais sindicais propõem unidade para combater o alto índice de acidentes do trabalho

    Para o sindicalista, “a reforma trabalhista agravará ainda mais essa calamidade favorecendo a ocorrência de acidentes e certamente aumentará terrivelmente os casos de adoecimento devido à pressão patronal e à instabilidade no trabalho”.

    Acesse, leia, imprima e divulgeu o Jornal da Saúde da CTB-RJ aqui.

    “Resistir é preciso! Nós, da CTB-RJ chamamos todos os trabalhadores e trabalhadoras para resistir a se organizar para resistir a esses ataques. Somente com os trabalhadores unidos poderemos reverter essa agenda de retirada de direitos e devolver a democracia no nosso país”, afirma Paulinho.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

  • Mais de 10.000 trabalhadoras e trabalhadores da rede pública municipal de São Paulo resolveram encerrar a greve na sexta-feira (31), em assembleia na Praça do Patriarca, próxima à sede da prefeitura.

    A paralisação começou juntamente com a Greve Geral Nacional da Educação, liderada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), no dia 15 de março. “Conseguimos mostrar que a categoria está unida e forte”, diz Teresinha Chiappim (Teca), da CTB Educação-SP.

    A Assembleia teve início às 15h, sendo que logo em seguida uma comissão foi recebida pela administração municipal para mais uma rodada de negociação. Com as propostas acertadas, a maioria votou pelo retorno ao trabalho.

    professores sampa assembleia 31m teca

    Teca defende mobilização contra as reformas propostas pelo governo Temer e firmeza nas negociações com o prefeito

    “Mas continuamos mobilizados para que as negociações possam ocorrer e os pontos acordados sejam todos respeitados e nossas conquistas ampliadas”, afirma Francisco Livino de Noronha Neto, da CTB Educação-SP.

    Teca reforça esse posicionamento, pois “não ficou definido nenhum índice de reajuste salarial”. Para ela, a administração municipal se dispôs a debater pontos importantes para a categoria, mas “precisamos estar muito atentos e não nos dispersar”.

    A assembleia decidiu também a ampla participação do magistério paulistano na greve geral do dia 28 de abril. "Nós vamos parar o Brasil para barrar todos esses retrocessos dos golpistas", garante Teca.

    Propostas:

    - Prefeito não retira o Sampaprev da Câmara dos Vereadores, embora garanta não ter interesse em sua aprovação.
    - Promessa de discutir com os sindicatos, as questões relativas à previdência.
    - Retomada dos programas de atenção à saúde e promessa de que o Hospital do Servidor Municipal atenda somente servidores.
    - Formação de Grupos de Trabalho na mesa setorial de educação sobre saúde dos profissionais, segurança e combate à violência nas escolas.
    - Promessa de que a administração não pretende terceirizar a educação
    - Reunião dos Representantes de Escola.
    - Reposição dos 16 dias de greve. Pagamento assegurado.
    - Criação de Grupo de Trabalho para analisar a situação dos equipamentos de Educação Infantil.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy (texto e fotos)

  • Os movimentos sociais e sindicais do Rio de Janeiro deliberaram nesta segunda-feira (24) sobre as ações do 28 de Abril, dia da greve geral contra as reformas de Temer. Entre as principais decisões estão a realização de piquetes em frente às garagens de ônibus de diversos municípios e a realização de um grande ato na Cinelândia às 18h.

    Nos dias anteriores à manifestação, os ativistas fluminenses farão panfletagens em diversos pontos da capital e do interior. Já no 28, as atividades começarão à 1h da manhã, com bloqueios rodoviários, e seguirão pelo dia com piquetes e trancaços pelas ruas. Haverá uma aula pública da UEE no CACO/UFRJ às 14h, para tratar das reformas, que depois se transformará numa caminhada até a Cinelândia.

    Às 15h, os comerciários também sairão em caminhada do sindicato até a Cinelândia. E assim farão dezenas de outras entidades, para lutar contra a Reforma da Previdência e a Trabalhista.

    Muitas categorias já confirmaram suas participações dos protestos, com especial destaque para os bancários e professores. À CTB-RJ, 32 sindicatos já declararam apoio ao 28 de Abril:

    Sinpro-Rio

    Radialistas

    Sintergia

    Bancários-RJ

    Bancários de Teresópolis

    Bancários da Baixada

    Bancários de Campos

    Sindpetro-NF

    SEPE (rede municipal e estadual)

    ADUR-RJ

    SINTUR

    Adcefet

    Asfoc SN

    Sindsprev/RJ

    Adufrj

    Sintufrj

    Correios

    Sintecefetrj

    ADUFF

    SINTUFF

    Asduerj

    ASCON Rio

    Sindsaferj

    Sind. Seguridade Itaguai

    Sintifrj

    Bancários de
    Macaé

    Sinpro - Macaé

    Enfermeiros

    Intersindical Portuária

    Rodoviários

    Sindscoppe

    Assincra

     

    As manifestações do 28 crescem a cada minuto, e já têm potencial para agregar a maior greve geral dos últimos 30 anos.

    Portal CTB, com informações da CTB-RJ

  • Os sergipanos fizeram uma greve pacífica e vitoriosa com o apoio dos movimentos sindicais e sociais, e da igreja. Uma greve que culminou com a paralisação da produção e do transporte público, e terminou com uma grande marcha que reuniu mais de 35 mil pessoas. Essa foi a avaliação feita pelos dirigentes da CTB-SE e dos sindicatos filiados à central, na manhã desta quinta-feira (4), na sede da entidade.

    Para as lideranças sindicais, os trabalhadores e a sociedade em geral foram às ruas para dizer não às reformas do governo Temer e o fizeram pacificamente, superando todas as adversidades, pressões e ameaças. Ivânia Pereira, presidenta do Sindicato dos Bancários e secretária da Mulher Trabalhadora da CTB, ressalta que a paralisação aconteceu num momento emblemático para a classe trabalhadora.

    “Em um período adverso em que os empregos estão sob ameaça e a terceirização irrestrita virou lei. O que se viu no dia 28 de abril foi o aflorar da luta de classes. Os trabalhadores tomaram consciência da exploração imposta pelo capital e reagiram”, analisou.

    Pressão

    Até mesmo categorias que foram pressionadas a não aderir à paralisação, cruzaram os braços. Shirley Morales, presidenta do Sindicato dos Enfermeiros do Estado (Seese), relatou que eles foram até ameaçados, mas conseguiram reverter a situação.

    “Após a greve, setores patronais nos acusaram de desassistência e nos associaram a um quadrilha que fez um assalto a um supermercado. Nós, do movimento sindical e da Saúde, fomos difamados. Estamos analisando as matérias veiculadas na imprensa para definir que posicionamento vamos adotar”, afirmou.

    Para Paulo Pedroza, presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais (Sindifisco), a greve teve um significado importante no cenário político com a participação de trabalhadores e da sociedade em geral, mas lembrou que a luta está apenas começando. Ele alertou para uma possível radicalização do processo e para a necessidade de outra greve ou da ocupação de Brasília.

    Ocupação

    Augusto Couto, presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde (Sintasa), concordou com Pedroza e ressaltou a necessidade de os trabalhadores estarem preparados para, se necessário, irem à capital federal pressionar os parlamentares a votar contra os projetos que retiram direitos adquiridos.

    Waldir Rodrigues, vice-presidente da CTB-SE, defendeu a realização de ações diferenciadas junto aos parlamentares sergipanos, principalmente em relação aos que se colocam contra os trabalhadores, como André Moura (PSC) e Laércio Oliveira (Solidariedade).

    No geral, a avaliação é que a greve foi uma demonstração clara de que a sociedade não aceita as reformas de Temer. “Fizemos uma greve política e vitoriosa pela retomada da nossa democracia. Uma manifestação pacífica, apesar da ordem de repressão do governo federal. Paramos a produção, o transporte público e ainda fizemos a maior manifestação pública de Sergipe”, ressaltou Edival Góes, presidente da CTB-SE.

    Niúra Belfort - CTB-SE

  • A cada dia se verifica um novo golpe contra as conquistas do povo brasileiro. No atual cenário político, as reformas da Previdência, Trabalhista e a Terceirização são ataques frontais à classe trabalhadora. Agora os trabalhadores do Brasil se organizam para “Greve Geral”, que será realizada no dia 28 de abril.

    A “Greve Geral” será a principal batalha contra os ataques às conquistas do povo e da classe trabalhadora adquiridas em décadas de luta.

    O Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro-AL) apoia a “Greve Geral” em defesa dos trabalhadores.

    Somos professores com o orgulho e exigimos respeito!

    Fonte: Sinpro-AL

  • Com o tema “Democracia e luta em defesa do emprego e dos direitos”, foi realizado no último dia 18 de abril, na cidade de Governador Valadares, o 3º Encontro Regional Vale do Rio Doce/Alto Rio Doce/Vale do Aço de Trabalhadores(as) da CTB-MG.

    O encontro aconteceu no Polo da Fetaemg - Governador Valadares e contou com a participação de cerca de 60 entidades sindicais e mais de 200 participantes entre dirigentes sindicais, autoridades e movimentos sociais da região.

    A Atualização da Conjuntura Internacional, Nacional e Estadual e a Tese Guia foi realizada pelo dirigente da Contee, José Carlos Arêas, presidente da Fetaemg, Vilson Luiz da Silva e pela diretora nacional da CTB, Katia Gaivoto.

    A leitura e aprovação do balanço de atividades, metas e plano de lutas, bem como avaliação do trabalho na regional Vale do Rio Doce da CTB-MG foi realizada no período da manhã.

    Para o dirigente da CTB, Jose Carlos Maia, o Encontro foi bastante positivo, pois ajudou no fortalecimento da Central, preparou os dirigentes para os encontros estadual e nacional e ainda colocou a CTB como elo condutor da unidade dos movimentos sindicais e sociais.

    Aproveitando o Encontro da CTB, foi lançado em conjunto com movimentos sindicais e sociais mais um chamado de unidade para a batalha mais importante dos trabalhadores que é a GREVE GERAL, convocada para o dia 28 DE ABRIL contra a Reforma da Previdência e trabalhista que tanto mal causarão aos trabalhadores do campo e da cidade.

    Da CTB-MG

  • No gráfico acima, a mancha rosa é favorável à greve geral, e a azul é contrária.

    Um estudo da Fundação Getúlio Vargas concluiu que as menções à greve geral do último dia 28 de abril a tornaram um evento, nas redes sociais, mais importante que as manifestações pró-impeachment de 2015 e 2016.

    Todos os recordes foram batidos.

    E a maioria das posições nas redes foram, de maneira esmagadora, positivas à greve, como se vê no gráfico acima.

    Abaixo, trecho da conclusão:

    brasilemgreve recorde redes sociais

    Abaixo, o estudo completo:

    Do Cafézinho

  • Trabalhadores de todo o país fizeram uma greve geral e histórica contra as reformas trabalhista e previdenciária que o Governo Temer quer impor, mesmo sem o apoio de 96% da população.

    Primeira manifestação coesa, de norte a sul, contra um Governo de representação pífia. Greve geral que mostrou a força do povo e ganhou repercussão na mídia internacional. Nos jornais e tvs de todo o mundo que reconheceram o movimento popular e democrático, ao contrário da mídia brasileira, que classificou as manifestações de baderna e tratou os trabalhadores como vagabundos.

    Todos que cruzaram os braços em greve geral mostraram claramente que não querem e não podem perder seus direitos, como a aposentadoria. Mulheres e homens que vão morrer sem gozar desse direito, mesmo depois de ter contribuído por 49 anos!

    No Rio de Janeiro, os trabalhadores têm motivos a mais para ser contra qualquer proposta e se manifestar legitimamente, por ter seus direitos violados diariamente.

    Trabalhadores do Rio estão sem salários há meses recebendo com atraso, até hoje não receberam o 13°. Servidores públicos passando necessidade e sem dignidade. Esses trabalhadores que se juntaram a manifestação no centro do Rio, assim como as milhares de pessoas que ali estavam, foram surpreendidos com a extrema violência da Polícia Militar. E a cada manifestação popular vemos aumentar de forma brutal e indiscriminada a repressão por parte da PMRJ!

    Eu estava lá, junto a milhares de outros trabalhadores, pacificamente. Nós fomos covardemente encurralados. Viramos alvo de bombas, gás de pimenta, balas de borracha.

    Não há nenhum sinal de preparo da tropa, que deveria estar lá para garantir o direito democrático de expressão e reunião pacífica da população, ou do uso de inteligência para impedir que arruaceiros e bandidos se aproveitem da ocasião para prática de vandalismo e de outros crimes. É inadmissível que a polícia da segunda maior cidade brasileira haja dessa forma!

    Estou até agora tentando entender a razão da polícia encurralar e deixar os manifestante sem saída. Foi um “cerco” e não uma intervenção para dispersar. Bombas foram atiradas no palco onde líderes sindicais, parlamentares e representantes da sociedade civil faziam suas falas. Foi uma tocaia contra a democracia.

    Não se pode acreditar que o propósito tenha sido apenas dispersar. Assustador!

    O Governador e o Comandante da PM devem explicações à população do Rio pela desastrosa ação da corporação.

    O Ministério Público precisa adotar medidas judiciais cabíveis para punir esses abusos e a ALERJ precisa se posicionar claramente contra esses tipo de ação e rever com urgência o papel das polícias do Rio.

    Porém, nem a imprensa entreguista dos interesses do povo nem a PM com seu comando antidemocrático e submisso aos coturnos do capital irão diminuir o real tamanho do que vimos acontecer no Brasil no dia 28 de abril!

    Precisamos manter acessa essa chama! Ampliar o debate! Ocupar as ruas e devolver o poder ao povo brasileiro!

    Enfermeira Rejane é deputada estadual do PCdoB-RJ


    Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor.

  • Trabalhadores de toda a Bahia estão mobilizados na greve geral desta sexta-feira, 28 de abril. Desde o início da manhã, tem vias interditadas em várias regiões do estado, os ônibus do transporte coletivo não circulam nas principais cidades e diversas categorias estão com as atividades paralisadas em protesto contra a terceirização, a reforma trabalhista e a reforma previdenciária.

    Estão acontecendo greves e manifestações na capital Salvador e nas cidades de Irecê, Camaçari, Itabuna, Guanambi, Caitité, Jequié, Ipiaú, Ilhéus, Jacobina, Madre de Deus, Xique-Xique, Feira de Santana, Lauro Freitas, Alagoinhas, Simões Filho, Juazeiro, Brumado, Paulo Afonso, Barreiras, Porto Seguro, Itagimirim e Belmonte.

    Em Salvador, os ônibus não circulam, as escolas e os bancos estão fechados e o comércio funcionam parcialmente apenas em alguns pontos. Além disso, há manifestação na região do Iguatemi, com o fechamento das vias e também na Avenida Sete de Setembro.

    "Até o momento, a greve cumpriu o seu papel de paralisar as atividades da indústria, do comércio, do transporte e também parte do serviço público. O que temos é a adesão de diversas categorias de diferentes setores ao movimento, resultando em ruas e centros comercias vazios. Muita gente participou da greve, ficando em casa nesta sexta-feira. Os protestos realizados até o momento também tiveram uma grande adesão. Isso mostra que o povo entendeu a importância da greve, que é a maior que fazemos desde 1984", avaliou o presidente da CTB Bahia, Aurino Pedreira.

    Repressão contra os manifestantes

    Mesmo com manifestações pacificas os trabalhadores e movimentos sociais sofreram com a repressão policial no município de Lauro de Freitas, quando a Polícia Militar usou balas de borrachas para dispersar o protesto dos trabalhadores.

    Em Salvador, seguranças da CCR Metrô Bahia - concessionária responsável pelo Sistema Metroviário de Salvador usou de violência para expulsar jovens e trabalhadores, mobilizados pela greve, que gritavam palavras de ordem na estação Iguatemi.

    Os seguranças da estação, armados, foram orientados a lançar bombas e gazes contra os manifestantes, protagonizando cenas de selvageria, segundo as pessoas que assistiram à perseguição. Ao correrem dos profissionais da segurança, alguns dos estudantes e trabalhadores caíram e chegaram a ser pisoteados pelo restante do grupo em fuga.

    O ato foi repudiado pelas centrais e as Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo, que ressaltaram o caráter pacífico e legítimo da manifestação em defesa dos direitos dos trabalhadores brasileiros.

    Por Eliane Costa, da CTB-BA

  • Os trabalhadores e trabalhadoras das zonas Urbana e Rural do estado do Maranhão, cruzaram os braços em quase 100% dos municípios. A GREVE GERAL alcançou 200 cidades, de um total de 217. Na capital, São Luís, o transporte público parou 100% com a importante adesão dos Rodoviários. A CTB-MA calcula que mais meio milhão de pessoas tenham participado da GREVE em todas as regiões do estado.

    Desde as 4h da última sexta-feira, 28, trabalhadores de centenas de categorias começaram a se concentrar em diversos pontos estratégicos do Estado. Em São Luís, foram realizados atos na avenida dos Portugueses, fechando a rodovia que dá acesso ao Porto do Itaqui nos dois sentidos; Praça Deodoro, centro; e Estreito dos Mosquitos, BR 135, entrada da Capital. No interior, os trabalhadores e trabalhadoras cruzaram os braços nas mais diversas cidades: nas cidades de Imperatriz (BR 010); Brejo, no povoado Palestina, às margens da MA 034; Pinheiro, Baixada Maranhense; Santa Luzia do Paruá, no povoado Alto Turi, e em Pindaré, Estava Zero, ambas na BR 316; Alto Alegre do Maranhão, no povoado Caxuxa, na altura da rotatória da BR 135; em Caxias, na BR 316; no centro da cidade de Balsas, Sul do Estado; em Presidente Dutra, Região dos Cocais, e Cidelândia, Região Tocantina.

    O evento foi convocado pelas centrais sindicais (CTB, CUT, CSP Conlutas, CSB, Força Sindical, NCST e UGT), e pela Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Maranhão (Fetaema). Nesse clima de unidade, a GREVE GERAL parou o Maranhão e chamou a atenção da sociedade e dos parlamentares estaduais e federais para o clamor social contra os ataques aos direitos sociais do povo brasileiro.

    O presidente da CTB-MA, Joel Nascimento, ressaltou o alcance do movimento no interior do Maranhão e por todo o país, como forma de enfrentamento tanto ao Governo Federal quanto ao Congresso Nacional, especialmente os 12 deputados maranhenses que votaram a favor da reforma trabalhista. “Precisamos de um movimento unificado para dizer não aos políticos e prosseguir na luta pela manutenção dos nossos direitos”, avaliou.

    Márcio Rodrigo – CTB-MA

  • O Portal CTB está reunindo as fotos enviadas pelas sedes estaduais em uma galeria do nosso Flickr, onde os principais eventos da central são capturados em fotografias públicas. Intitulado "#BrasilEmGreve - Todos contra as reformas", o conjunto vai crescer ao longo do dia.

    Todo o conteúdo do Flickr é livre, regido sob a licença Creative Commons, e publicado em tempo real. Clique na galeria logo abaixo e confira o 28 de Abril. Não deixe de visitar o nosso perfil quando precisar de boas fotos da central que mais cresce no Brasil!

    #BrasilEmGreve - Todos contra as reformas

    Secretaria de Comunicação da CTB

  • A Diretoria do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro deliberou pelo apoio incondicional ao movimento nacional de paralisação contra as reformas trabalhista e da Previdência, e pelo restabelecimento do estado de direito no país.

    A Diretoria do Sindicato considera que o governo ilegítimo de Michel Temer, apoiado em um congresso servil e acovardado, tem procurado destruir os avanços sociais obtidos com a Constituição de 1988, implementando uma agenda neoliberal e socialmente injusta, que não tem apoio da população.

    A precarização do trabalho em saúde, o congelamento por 20 anos dos gastos com saúde e educação, o desmonte da Previdência, a desnacionalização da economia, somados ao desemprego e estagnação econômica, criam um ambiente de caos e insegurança para toda a população.

    O sindicato recomenda aos médicos que discutam em seus locais de trabalho, tanto nos serviços públicos como na rede particular, as formas de organização para expressarem com veemência, no dia 28 de abril, seu apoio à luta da população brasileira pelos direitos sociais e a democracia.

    Rio de Janeiro, 26 de abril de 2017, diretoria do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro.

    Do SINMEDRJ

  • Nos últimos meses, os trabalhadores da Cedae têm enfrentado uma verdadeira maratona com a luta contra a privatização da empresa. A categoria está unida em defesa da Cede pública, estatal e indivisível, envolvendo inclusive o movimento comunitário.

    O governo Temer quer a todo custo privatizar o saneamento brasileiro, começando pela Cedae, em conluio com o governador Pezão e o presidente da Alerj, Jorge Picciani.

    Nesta luta contra a venda criminosa da Cedae, a categoria realizou passeatas e várias manifestações. Esteve na linha de frente na Alerj, enfrentando a repressão policial, para tentar impedir a entrega da empresa. Foram sete dias de greve na resistência.

    Os trabalhadores também fizeram uma grande manifestação na porta do Ministério Público do Rio de Janeiro para cobrar uma intervenção no processo da Alerj que autorizou a venda da empresa. Foi protocolado no MP um abaixo-assinado com mais de 11 mil assinaturas, contra a privatização da Cedae, recolhidos entre os cedaeanos e a população.

    A direção do Sindicato também já esteve com vários prefeitos, que têm se posicionado contra a venda da empresa, pois os municípios do interior serão os mais afetados com a privatização.

    Por isso, os cedaeanos estão mobilizados contra as reformas da previdência e trabalhista de Temer e a privatização da Cedae. Dia 28 de abril será um momento de muita resistência em todo o país. Os trabalhadores vão dar um basta nesse governo golpista e exigir eleições gerais já!

    Não à reforma da previdência!
    Não à reforma trabalhista!
    Fora TEMER!

    Da CTB-RJ

  • A CTB-TO considera um “grande sucesso” a manifestação da capital do estado, Palmas, onde se reuniram 15 mil pessoas para protestar contra Michel Temer e suas reformas. A concentração, realizada em frente ao Colégio São Francisco às 8h, seguiu para o Palácio Araguaia, sede do governo estadual, onde foi realizado um ato com as principais lideranças regionais.

    O presidente da CTB-TO, Antonildo Alexandre de Medeiros, foi um oradores, e também um dos organizadores do evento. Junto com representantes de mais três centrais sindicais (CUT, UGT, Nova Central), destacou a surpresa da imprensa com a quantidade de manifestantes.

    “A adesão foi muito boa, a aceitação foi enorme, todos aqui sabiam muito bem o que estavam falando”, avaliou. “Foi o resultado de uma campanha muito bem conduzida de comunicação com as bases, a gente fez panfletagem, fez visita, e o resultado está aí”. O comando estadual contratou ainda espaços publicitários em sites e rádios locais.

    Com a presença de mais de 20 sindicatos, em especial o dos Bancários, as manifestações do Tocantins atingiram pelo menos 10 municípios, entre eles Gurupi, Porto Nacional, Piracema, Miranorte, Taguatinga, Augustinópolis, Tocantinópolis, Araguatins e Guaraí. Em Palmas, a mobilização foi tamanha que grande parte do centro comercial fechou as portas (ou nem abriu).

    “Hoje foi um passo importante na luta contra esse governo, eles ficaram com medo do povo. Aqui no Tocantins, 7 dos 8 deputados federais eleitos votaram a favor dessas reformas, e a gente vai dizer bem quem são eles, vamos falar para o povo o que fizeram”, explicou Antonildo. “A luta vai continuar!”

    Portal CTB

  • Segundo informa o presidente da CTB-TO, Antonildo Alexandre de Medeiros, a organização das mobilizações para o 28 de Abril acontece em Palmas, onde quatro centrais (CTB, CUT, UGT e Nova Central) organizam mais de 20 sindicatos para uma paralisação no dia 28. A categoria mais engajada é a dos bancários, e há uma expectativa de que mais 90% dos sindicatos ligados a essas centrais os acompanhem na greve. Outras categorias já comprometidas com o ato são a dos profissionais da saúde pública e os professores de Educação Física.

    Para garantir que a população tenha conhecimento da paralisação e dos motivos que levaram a ela, as centrais estão contratando espaços publicitários em sites e rádios locais.

    O ato principal do estado se dará na capital, concentrando-se às 8h em frente ao Colégio São Francisco, na Avenida Juscelino Kubitschek. De lá, os manifestantes seguirão para a Assembleia Legislativa, onde será feito o encerramento. No período da tarde, um segundo ato se concentrará às 16h na Av. Tocantins, na altura do Posto Trevo, e seguirá para a Igreja Católica de Taquaralto.

    Portal CTB

  • Foi realizada na noite de 19 de abril, no auditório da Federação dos Trabalhadores no Comércio do Estado de Santa Catarina (Fecesc), a Plenária organizada pelas centrais Sindicais e pelo Fórum de Lutas em Defesa dos Direitos, com o objetivo de organizar a Greve Geral do dia 28 de abril. A Pauta da Plenária foi dividida em breve apresentação, informes das centrais e do Fórum, debate e encaminhamentos.

    Nos informes foi simplesmente repassado o resultado das deliberações tomadas e das principais ações realizadas até aqui para construir a greve do dia 28 de abril, tanto pelas centrais quanto pelo Fórum.

    Depois disso, tivemos uma rodada de falas sobre a pauta da Plenária, subscrita em organizar a greve geral do dia 28 de abril. A maioria das falas, ou a sua totalidade, defendeu que deveria ser prioritário se construir toda a paralisação possível. Fazer de fato a greve, como forma de mostrar a força da classe trabalhadora.

    Parte das falas, no entanto, considerou importante também a possibilidade de se fazer um Ato político no mesmo dia 28. Houve acordo que as duas coisas não deveriam ser dicotômicas, e que fazer a greve ser o mais extensa possível não é dissonante com a possibilidade de haver Ato.

    Nos encaminhamentos se decidiu que o Ato (ou mais que um ato) pode acontecer durante o dia, e mesmo no dia anterior, conforme as condições.

    Deliberações:

    Dia 27 de abril, às 17h: Concentração para Vigília em Defesa dos Direitos, na Praça de Lutas (ao lado do Ticen). Se houver grande número de participantes, será realizada caminhada pelo Centro nesse final de tarde.

    Na Praça de Lutas será montada estrutura de barracões, com água, café, alguma alimentação, para toda a militância aguardar o dia da greve geral, concentrada.

    Dia 28 de abril, cedo: Atividades de reforço das paralisações.

    Dia 28 de abril, às 11h: Nova concentração, para ato itinerante pela cidade, conforme as condições. Esta condição deve seguir ao longo do dia, e os atos podem se multiplicar, inclusive ficar maior no decorrer do período.

    Semana que precede o dia 28 de abril:

    Do dia 24 ao dia 27 de abril: Tenda no Ticen, com panfletagem, som e agitação:
    Dia 24 – CUT e quem mais puder;
    Dia 25 – UGT e quem mais puder;
    Dia 26 – Intersindical Central, Fórum de Lutas e quem mais puder;
    Dia 27 – Todas e todos que puderem, para uma grande agitação.

    Nesta mesma semana será organizado som volante pela cidade e pelos bairros. Responsáveis: André – Bancários e Ingrid – Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinte) Regional São José.

    Foi decidido também fazer trabalho de colagem.

    Na Universidade Federal de Santa Catarina, os três segmentos estão articulados para realizar toda uma programação para fortalecer o dia 28 de abril. Da mesma forma, diversas entidades e movimentos estão realizando atividades e atos para construir a greve em seus setores.

    Tem panfleto das centrais na CUT, e panfletos do Fórum no Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Saúde Pública Estadual e Privado de Florianópolis e Região. Pede-se atenção para não deixar faltar, assim como se pede que quem tiver com sobra, leve para estes locais para ser redistribuído.

    Uma Comissão foi montada para ir organizando as demandas em direção ao objetivo. As direções de entidades e movimentos que estavam podem prestar melhores informações a quem considerar necessário.

    - Em Defesa da Aposentadoria e dos Direitos Trabalhistas!
    - Contra a Terceirização!
    - Pressionar cada vez mais forte os deputados e senadores, que seguem votando contra o povo trabalhador!
    - Por Nenhum Direito a Menos! Fora Temer!!!

    Florianópolis, Santa Catarina

    28 DE ABRIL – É GREVE GERAL!

    Fonte: CTB-SC